Vereadora;Jhully Portela (PMDB) convida a população para Audiência Pública no Plenário da Câmara Municipal de Irajuba

Sábado 10 de Junho , por Juliana Ribeiro, em Politica Foto -Reprodução Facebook

Audiência  Pública vai debater Projeto de Lei nº 02 do legislativo que Cria premio por desempenho a profissionais da Saúde

                                                Jhully Portela (PMDB

A vereadora Jhully Fontana Portela da Silva, de 31 anos (PMDB) , a enfermeira e agora política se tornou a segunda mulher eleita no município, para exercer o mandato e ocupar um cargo político em Irajuba, ocupando a segunda colocação em número, com 281 Votos nas eleições municipais ocorrida em 2016, em seu primeiro mandato a frente no Legislativo Municipal, A vereadora  que faz parte da bancada de oposição ao Atual Gestor Jeronimo Santos (PSD), vem se destacando juntamente com os demais representante  da oposição a qual as mesmos vem realizando seus  trabalhos a fim de fiscalizar a gestão publica e viabilizar ações em pro da população do município de Irajuba .

Jhully Portela, em contato com a redação do blogcafénobule, diz que é de fundamental importância o referido projeto de lei e ao mesmo tempo a edil, convida a população de Irajuba, e as autoridades locais  onde no uso de suas atribuições legais, e em concordância com o presidente da casa legislativa, e demais autoridades regionais para participarem da AUDIÊNCIA PÚBLICA  que será realizada no dia 12 de junho (segunda – feira) às 17h00 no Plenário da Câmara Municipal, localizado à Praça Santo Antônio, 136 – Centro, onde será discutido o Projeto de Lei nº 02 do legislativo,do  prêmio por desempenho, que dispõe sobre a criação no município de Irajuba – Ba ,  

Redação Bcbule

TSE custa R$ 5,4 milhões por dia, aponta ONG Contas Abertas

Sábado 10 de junho, por Juliana Ribeiro via Editoria de Política

Levantamento da ONG Contas Abertas aponta que a maior parcela do orçamento é destinada para pagamento de pessoal e encargos sociais

Segundo levantamento da ONG Contas Abertas, custo do TSE anual é de R$ 2 bilhões Com informações da ONG Contas Abertas

O Tribunal Superior Eleitoral está no centro das atenções esta semana, em função do julgamento que pode cassar a chapa vencedora das eleições presidenciais de 2014, formada por Dilma Rousseff e Michel Temer. A última instância da Justiça Eleitoral tem orçamento de quase R$ 2 bilhões autorizados para 2017, isto é, custa R$ 5,4 milhões aos cofres públicos por dia.

De acordo com dados levantados pela Contas Abertas, a maior parcela do orçamento é destinada ao pagamento de pessoal e encargos sociais. Dessa forma, R$ 831,6 milhões para o pagamento de salários para funcionários ativos, além de R$ 18,1 milhões de auxílio-transporte, R$ 14,5 milhões para assistência médica e odontológica e R$ 9 milhões para auxílio-alimentação para servidores, por exemplo.

O TSE é formado por 14 ministros, sendo 7 titulares e 7 substitutos. Em relação aos servidores, de acordo relatório Justiça em Números, ao final de 2015, o Tribunal possuía uma equipe de 733 servidores, sendo 695 do quadro de provimento efetivo (94,8%).

Do total de servidores, 201 (27,4%) estavam lotados na área judiciária, e a maioria, 532 (72,6%), na área administrativa. De forma inédita, o relatório do Conselho Nacional de Justiça apontou que houve separação das despesas e dos quantitativos de cargos em comissão e de funções comissionada entre área judiciária e área administrativa.

Assim como o número de servidores, as comissões também estão majoritariamente alocadas na área meio, que detém 66,1% dos cargos em comissão (sendo 74,2% em valores remuneratórios) e 76,2% das funções de confiança (sendo 72,7% em valores remuneratórios).

O Tribunal Superior Eleitoral conta, ainda, com o apoio de 1.324 trabalhadores auxiliares, cujos percentuais de terceirizados e estagiários são 95,8% e 4,2%, respectivamente. Ambos os tipos de contratação reduziram em 2015, tendo em vista se tratar de ano não eleitoral.


Otto diz que Kassab lhe ofereceu cargo nos Correios: ‘Não quero nada’

Sábado, 10 de Junho por Renata Porto 

O senador fez questão de ressaltar que ele faz oposição ao presidente Michel Temer (PMDB), apesar de o seu partido estar na base aliada do governo

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, ofereceu cargos nos Correios, inclusive uma vice-presidência, ao senador Otto Alencar (PSD). A informação foi divulgada pelo próprio baiano ao blog do Vicente, do Correio Braziliense, nesta sexta-feira (9).

Segundo Otto, o episódio aconteceu logo após a aprovação da lei de estatais, que definiu um perfil técnico para os cargos de gestão nas empresas. O ministro o teria procurado, sob a alegação de que não encontrava ninguém com capacitação técnica e dentro das condições da lei para indicar para a empresa. “Kassab me ofereceu cargos, mas não indiquei ninguém. Não quero nada”, afirmou à publicação.

De acordo com o site, o senador fez questão de ressaltar que ele faz oposição ao presidente Michel Temer (PMDB), apesar de o seu partido estar na base aliada do governo. “Votei contra o impeachment de Dilma Rousseff e sou contra as reformas trabalhista e da Previdência”, garantiu, além de ressaltar que não há maneira de o governo cooptá-lo por meio de doações de cargos.


Janot reforça pedido de prisão de Aécio

Sexta feira, 09 de Junho por Camila Matos /Foto: Sérgio Lima/Poder

Rodrigo Janot reiterou pedido de prisão preventiva de Aécio Neves e manifestou-se pela manutenção da prisão de Andrea Neves da Cunha, Mendherson Souza Lima e Frederico Pacheco.Rodrigo Janot enviou ao STF contra-razões pelo desprovimento de agravos regimentais interpostos pelos quatro. Na manifestação, o PGR pede a manutenção das medidas cautelares impostas a Aécio e a remessa dos recursos com a máxima urgência para apreciação do Plenário do STF.

Confira AQUI a íntegra do pedido.


Com desempate de Gilmar, por 4 x 3TSE absolve chapa e mantém Temer na Presidência

Sexta, 09 de Junho ,por Bruno Luiz
Com desempate de Gilmar, TSE absolve chapa e mantém Temer na Presidência

Foto: TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) absolveu nesta sexta-feira (9), ao fim de um julgamento iniciado na terça (6), a chapa Dilma Rousseff-Michel Temer, vencedora das eleições de 2014. Com a sentença, o presidente Temer se mantém no cargo, já que a chapa não teve o registro eleitoral cassado. A votação estava empatada em 3 X 3, mas a não condenação foi selada com o voto de Minerva do presidente da Corte, Gilmar Mendes. O resultado era considerado esperado, já que muitos ministros sinalizaram suas posições desde o início do julgamento. A ação contra a chapa foi de autoria do PSDB, que acusou a campanha vitoriosa de abuso de poder econômico e político. Antes de iniciar a votação, na quinta (8), a Corte já havia decidido não acrescentar ao processo as delações da Odebrecht e os depoimentos do casal de delatores Mônica Moura e João Santana. Ainda na quinta, o ministro Herman Benjamin iniciou a leitura do seu relatório sobre a ação. Entretanto, a sessão foi interrompida e retomada nesta sexta, quando o relator proferiu seu voto pela cassação da chapa. Nele, o magistrado concluiu que houve indícios suficientes para comprovar que houve abuso de poder econômico. O ministro entendeu que PT e PMDB usufruíam de valores ilícitos, provenientes de práticas corruptas envolvendo a Petrobras. Primeiro a votar depois do relator, Napoleão Nunes Maia foi contrário ao colega e pugnou pela “improcedência total pelos pedidos formulados”. “Uma coisa é punir as pessoas por crimes, e outra coisa é privar quem ganhou a eleição do exercício do mandato”. O ministro ainda afirmou que o julgamento de ações eleitorais deste tipo deve estar restrito à acusação feita inicialmente pelos autores do processo. Em seguida, Admar Gonzaga Neto se posicionou contra Benjamin e pediu a absolvição da chapa. Para a ele, a ação é improcedente porque não há prova robusta de que irregularidades foram cometidas e também não existem elementos de abuso de poder econômico. Ele ainda argumentou que “não é possível afirmar categoricamente que houve desvio de dinheiro da campanha”. O ministro Tarcísio Vieira Neto esticou o placar a favor de Temer. Em seu voto, seguiu a mesma linha do colega. Na avaliação dele, é evidente que houve irregularidades internas na contratação de empresas pela campanha. Entretanto, isto não configura abuso de poder econômico nem infração da lei eleitoral. Já o ministro Luiz Fux foi o primeiro a se colocar ao lado do relator Herman Benjamin. Em seu voto, defendeu o parecer do colega de toga. “Não ousaria em desafiá-lo”, disse. O ministro sustentou que a chapa cometeu abuso de poder político e econômico ao citar o pagamento de propinas e de caixa 2 para a campanha. Fux argumentou ainda que o conteúdo das delações premiadas da Odebrecht deveria ser considerado no julgamento. “Fatos novos vieram à lume informando que nessa campanha houve cooptação do poder político pelo poder econômico, que nessa campanha houve financiamento ilícito de campanha, então no momento que vamos proferir a decisão, nós não vamos levar em conta esses fatos?”, questionou. A ministra Rosa Weber também endossou o voto de Benjamin e votou pela cassação da chapa. “Crime na conquista do poder é trinca no cristal da democracia”, argumentou. Com a decisão nas mãos, Gilmar Mendes deu o sufrágio que absolveu Dilma e Temer e manteve o presidente da República no cargo. O ministro calcou seu voto na defesa da importância de se manter o equilíbrio do mandato presidencial. Não se substitui um presidente da República a toda hora, ainda que se queira. A cassação de mandatos deveria ocorrer em situações inequívocas. Temos que ter muito cuidado com as instituições”, defendeu. Ele ainda deu um recado a políticos: “Nós não devemos brincar de aprendizes de feiticeiros. Não tentem usar a mão do tribunal para resolver crise política”.


Temer se nega a responder perguntas da PF

Brasília – O presidente Michel Temer Foto (Antonio Cruz/Agência Brasil)
O presidente Michel Temer se negou a responder os questionamentos feitos pela Polícia Federal. Em petição entregue nesta sexta-feira(9), ao ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STE), o peemedebista incide em 12 páginas as 82 perguntas da PF sobre a suspeita de corrupção passiva, obstrução da Justiça e organização criminosa no caso JBS.
“O presidente e cidadão Michael Temer está sendo alvo de um rol de abusos e de agressões aos seus direitos individuais e à sua condição de mandatário da Nação que colocam em risco a prevalência do ordenamento jurídico e do próprio Estado Democrático de Direito. O vulgo tem questionado ‘mas o que estão fazendo com o Presidente da República ?’ e os seus amigos indagam ‘por que o Michael está sendo tratado desta forma ?’”, afirma, no documento, a defesa de Temer.
“Com efeito, primeiro ele foi coadjuvante de uma comédia bufa, encenada por um empresário e criminoso confesso e agora está sendo objeto de uma inquirição invasiva, arrogante, desprovida de respeito e do mínimo de civilidade. O questionário é um acinte à sua dignidade pessoal e ao cargo que ocupa, além de atentar contra vários dispositivos legais, bem como contra direitos individuais, inseridos no texto constitucional,” continua o documento.A defesa encerra pedindo o arquivamento do inquérito

Ministro Napoleão Nunes vota contra cassação de Temer e empata julgamento

Sexta, 09 de Junho , por Juliana Ribeiro ás 17:22 Atualizada
Ministro Napoleão Nunes vota contra cassação de Temer e empata julgamento

Foto: Reprodução / TSE

O ministro Napoleão Nunes Maia Filho decidiu votar votou pela absolvição da chapa Dilma-Temer. Com a decisão, o placar do julgamento está empatado em 1 a 1. O relator do caso, o ministro Herman Benjamin, votou a favor da condenação da chapa que venceu a eleição presidencial em 2014. O julgamento avalia se houve abuso de poder político e econômico na disputa eleitoral. “Abuso de poder politico tem em toda reeleição”, argumentou Napoleão. “Essa ação, se julgada procedente, vai empossar o candidato perdedor na Presidência da República? Este é o pedido. É isso que nós admitimos que possa ser feito?”, argumentou. Em seu voto, o ministro se posicionou contra a inclusão no caso das acusações apresentadas nas delações premiadas de executivos e ex-executivos da Odebrecht. O ministro ainda fez duras críticas ao modo como os depoimentos são avaliados. “Os delatores passaram por uma apoteose e se tornaram paladinos da verdade. Se alguém me disser que fulano disse que você fez isso ou aquilo, eu direi que é mentira, sabe por quê? As delações precisam ser provadas, ser reiteradas”, disse.


MINISTRO HERMAN BENJAMIN VOTA PELA CASSAÇÃO DA CHAPA DILMA-TEMER

Sexta feira, 09 de junho por Camila Matos  às 13:35 – Atualizado às 13:55

O RELATOR CONSIDEROU PERTINENTES AS ACUSAÇÕES DE ABUSOS DE PODER


ACM Neto volta a ponderar 2018 e estabelece prazo limite para definir futuro político

Sexta, 09 de Junho por Estela Marques / Ailma Teixeira

ACM Neto volta a ponderar 2018 e estabelece prazo limite para definir futuro político

Foto: Estela Marques / Bahia Notícias

Enquanto representantes do DEM baiano exaltam a pesquisa que coloca ACM Neto à frente da disputa pelo governo do Estado, o prefeito de Salvador volta a pedir cautela quanto ao seu futuro político em 2018. Durante o “Ouvindo Nosso Bairro 2017”, Neto ressalta que está focado na gestão municipal com o lançamento de projetos e investimentos em prol da capital baiana. “É óbvio que a partir dos dados apresentados pela pesquisa há um clima, sobretudo, no interior, de lideranças que se manifestaram muito satisfeitas, animadas, eu recolho isso com muita humildade. Mas, com todo o respeito, eu me recuso nesse momento a tratar de 2018”, afirma o prefeito. Divulgada nesta quarta (7), a Paraná Pesquisas coloca o democrata na liderança das intenções de votos em todos os cenários disputados com o atual governador, Rui Costa (PT) (veja aqui). Os índices fizeram ambas as bases políticas se manifestarem. Enquanto membros do DEM usaram o levantamento para afirmar que há um desgaste da população com os governos do PT (veja aqui), o presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Everaldo Anunciação, ironizou a credibilidade da pesquisa (veja aqui). “Quem me conhece sabe que eu não funciono sob pressão, nem de aliados nem de adversários e o meu tempo de decisão não é agora”, firma Neto. O prefeito aponta que essa decisão será anunciada em janeiro. “Podem ficar muito calmos, não adianta especulação demais porque não passará disso. Eu vou ficar na minha, trabalhando e quando chegar a hora certa, em 2018, essa decisão será tomada”, garante.

Fonte e informações via Bahia Notícias


Wagner lidera intenções de voto ao Senado em dois cenários;

Sexta, 09 de Junho por Juliana Ribeiro
 

O ex-governador do Estado e atual secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE), Jaques Wagner, lidera as intenções de voto para o Senado, nas eleições de 2018, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, requisitado pela Record Bahia. Ele foi lembrado por 36,1% dos entrevistados, quando questionados em quem votariam caso o pleito ocorresse no dia da consulta. Cada entrevistado poderia escolher duas opções. A deputada federal Alice Portugal obteve 26,6% e aparece em segundo, seguida do ministro Antônio Imbassahy, com 18%; o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, com 15,2%; Geddel Vieira Lima, com 13,3%; o vice-governador João Leão, 10,2%; e o deputado federal Márcio Marinho, 6,5%. Entre os entrevistados, 18,5% não escolheriam nenhum dos candidatos apresentados; 5,1% não souberam ou não opinaram. Em um segundo cenário, com a inclusão da deputada federal licenciada e secretária municipal Tia Eron e o deputado federal Jutahy Magalhães Jr., e a saída de Imbassahy e Marinho, Wagner continua à frente, com 36% das intenções de voto. Alice também mantém o segundo lugar e com índice semelhante: 26,8%. Na sequência aparecem Jutahy, com 16,5%; José Ronaldo, com 15,2%; Geddel, com 13,4%; Tia Eron, 11,7%; e João Leão, com 9,7%. Foram entrevistadas 1.510 pessoas em 70 municípios baianos, entre os dias 31 de maio e 4 de junho. A margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. ?