Câmara aprova medida que isenta eixos suspensos de caminhões de pedágio

Quarta, 08 de Agosto por Angela Boldrini | Folhapress
Câmara aprova medida que isenta eixos suspensos de caminhões de pedágio

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (7) medida provisória que isenta os eixos suspensos de caminhões de cobrança de pedágio.

O texto ainda tem que ser votado pelo Senado.

A medida foi editada pelo presidente Michel Temer em maio, durante a greve dos caminhoneiros que paralisou as rodovias do país.

A isenção dos eixos suspensos era uma reivindicação antiga da categoria, mas são contestados pelas concessionárias.

Nas carretas vazias, os eixos sobressalentes são mantidos suspensos por economia. Dessa forma, não ocorre o desgaste dos pneus.

Os sindicatos entendem que a isenção de pedágio é justificada porque, sem o contato do pneu com o solo, seria menor o desgaste do pavimento.

As concessionárias argumentam que o desgaste do asfalto não estaria ligado diretamente à quantidade de eixos em toque com o solo, mas em função da pressão que cada eixo exerce sobre a via.

A Câmara também aprovou outra medida provisória da greve dos caminhoneiros, que destina 30% dos fretes da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) para autônomos


Chapas proporcionais: grupo de Rui é semelhante ao de 2014, mas o de Neto implodiu

Quarta, 08 de Agosto  ás 06:00, via BNoticoas  por Guilherme Ferreira / Bruno Luiz

Chapas proporcionais: grupo de Rui é semelhante ao de 2014, mas o de Neto implodiu

Foto: Max Haack / Ag Haack/ Bahia Notícias

As articulações políticas dos últimos dias são uma evidência de como a formação das chapas proporcionais para a eleição deste ano ganharam importância. Com a criação da cláusula de barreira, eleger deputados federais e estaduais se tornou questão de sobrevivência para alguns partidos, que não puderam se dar ao luxo de se colocarem em uma chapa “desfavorável”. Na comparação com o pleito de 2014, o grupo político liderado por Rui Costa até conseguiu manter uma estrutura semelhante, mas o de ACM Neto passa por grandes diferenças na sua configuração. 

Em quatro anos, o presidente nacional do Democratas e prefeito de Salvador viu sua base política se dispersar na chapa proporcional. Em 2014, ele conseguiu reunir em um único grupo oito partidos. DEM, MDB, PSDB, Podemos, SD, PROS, PRB e PSC caminharam juntos na disputa entre deputados federais e estaduais. Este ano, o partido de ACM Neto só deve se reunir com PRB e PV. Duas legendas (Pros e Podemos) mudaram para o grupo aliado a Rui Costa e o MDB vai ser inclusive adversário na disputa pelo governo.

Até mesmo entre os partidos com pouca – ou nenhuma – representatividade no Legislativo a coesão dentro da base do prefeito de Salvador foi maior na eleição que aconteceu em 2014. Há quatro anos, PPS, DC, PTC, PV, PRP e Avante (atualmente aliado de Rui Costa) formaram uma coligação para eleger deputados estaduais e federais. Este ano, a perspectiva atual é que nenhuma chapa proporcional tenha mais do que quatro integrantes. 

BASE DO GOVERNO

Já no grupo do governador Rui Costa, apesar de algumas tensões na formação da proporcional (entenda aqui e aqui), a coesão se manteve. Em 2014, ele conseguiu reunir, na coligação com os partidos maiores, um conjunto de sete siglas para deputados federais. Marcharam juntos, na ocasião da primeira eleição do petista, PP, PDT, PT, PTB, PR, PSD e PCdoB. Em 2018, o agrupamento partidário manteve a mesma quantidade. Houve apenas três trocas. Entraram o PSB, que, em 2014, teve a candidatura de Lídice da Mata ao governo do Estado, e o Podemos. Por outro lado, saíram o PTB, que ingressou no grupo de Neto, e o PDT, que vai disputar a eleição para a Câmara dos Deputados sozinho, mas ainda continua na base do petista. Rui também perdeu o PSL, atual partido do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, e o PPL. Ambos coligaram com legendas do arco de alianças de Neto. 

Para deputado estadual, a mudança não foi muito grande também. Em 2014, o grupo de Rui teve três chapas. Saíram sozinhos o PMN e o PCdoB, enquanto PP, PDT, PT, PTB, PR e PSD se juntaram em uma coligação maior. Neste ano, continuam as três chapas: PT, PSB, PSD, PP, PR, PDT, PRP, PMB, Podemos, Avante e Pros; PTC e PMN; e PCdoB. 

Para PSOL e PSTU, não houve alteração tanto em 2014 quanto em 2018. Os partidos, de certa forma antecipando nos últimos anos o cenário das eleições de 2020 – as coligações proporcionais serão extintas – não se aliaram a ninguém. 

Já o PRTB, que hoje tem como candidato o ex-prefeito de Salvador, João Henrique, também não enfrentou muitas mudanças. Em 2014, a coligação do partido foi com o PEN. Neste ano, o atual Patriota deu lugar ao Prona. 

O INFERNO ASTRAL DO MDB

O MDB é outro que enfrenta atualmente uma situação completamente diferente. Em 2014, foi um dos principais partidos da coligação que lançou Paulo Souto (DEM) na disputa pelo governo do Estado. Atualmente, desgastado pelo escândalo do bunker de R$ 51 milhões envolvendo os irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima, a sigla ficou isolada e obteve apenas o apoio do DC. 

PERSPECTIVAS DE GOVERNO E OPOSIÇÃO
Com tantas mudanças, o grupo de oposição é quem se vê mais fragilizado atualmente. Sem a candidatura de ACM Neto (DEM) ao governo do Estado, a bancada vive com o fantasma de ser reduzida, tanto no cenário federal quanto no estadual. Hoje, o grupo ligado ao prefeito de Salvador possui 14 deputados na Câmara e 20 na AL-BA. Já Rui tem ao lado 25 deputados federais e 43 estaduais. A perspectiva da bancada do governador é, pelo menos, manter esses números. Do outro lado, a luta agora é para implodir o mínimo possível. 


‘Colisão com pássaros’ pode ter derrubado avião de Campos, diz PF

Quarta feira 08 de Agosto ,por CSenna via Folha// Foto; Arquivo

De acordo com as informações colhidas sobre o acidente, ocorrido em 2014 com o Candidato a Presidente Eduardo Campos,(PSB),  a PF encerrou oficialmente ontem o inquérito sobre o acidente que matou, em 2014, Eduardo Campos e outras seis pessoas.

Em seu relatório, os investigadores concluíram que a queda do avião que levava Campos pode ter sido causada pelos seguintes fatores, juntos ou separados: colisão com pássaros, “gerando uma atitude radical da aeronave”, desorientação espacial dos pilotos e problemas técnicos, como pane do profundor em “posições extremas”.

Laudo anterior, do Cenipa, indicava falha humana como possível motivo da queda –mas não mencionava a colisão com pássaros como possível causa.

A PF alegou que as investigações tinham objetivos distintos, mas as conclusões de seu relatório “não confrontam” as da Aeronáutica.

Candidato à Presidência pelo PSB em 2014, o ex-governador de Pernambuco tinha 49 anos quando seu Cessna 560XL caiu em Santos, em 13 de agosto de 2014.

Fonte e informações via Folha.com

Escolha de Mourão para vice desagrada até os aliados de Bolsonaro

 Quarta feira 08 de Agosto às  | Atualizado 

Tempo mínimo de TV reduz chance de falar bobagens, dizem apoiadores

General Hamilton Mourão. Foto: IADC

A escolha do general Hamilton Mourão como vice desagradou a maioria dos aliados mais próximos do candidato Jair Bolsonaro (PSL). Generais que torcem pelo sucesso do capitão da reserva acharam sua escolha um erro grave. “Ainda bem que eles só terão alguns segundos de TV pra falar m****”, reclamou um deles, que torcia pela escolha de uma mulher ou jurista admirados para a posição. Até aliados que foram cogitados para vice de Bolsonaro estão inconformados com a escolha.

Escolher Mourão vice não acrescentou votos a Bolsonaro. Ao contrário. Ainda tira votos, quando liga negro à malandragem e índio a preguiça.

Amigos de Bolsonaro dizem que ele não se sente à vontade para enquadrar Mourão. Afinal, general não bate continência para capitão.

Há quem considere positivo Mourão como vice porque inibe iniciativas de impeachment. Afinal, se Bolsonaro for eleito e cair, ele assumiria. A Fonte e informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.


PT e outros quatro partidos não assinaram termo de combate às fake news na eleição

Quarta, 08 de Agosto  – 00:00 por Lucas Arraz / Jade Coelho

PT e outros quatro partidos não assinaram termo de combate às fake news na eleição

Foto: Reprodução/ Pixabay

O Partido dos Trabalhadores (PT) e outras quatro legendas não assinaram o acordo de combate à disseminação de notícias falsas durante o período eleitoral de 2018. O texto, sugerido em junho pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, recomenda que os partidos se comprometam a “manter o ambiente de higidez informacional, de sorte a reprovar qualquer prática ou expediente referente à utilização de conteúdo falso no próximo pleito, atuando como agentes colaboradores contra a disseminação de ‘fake news’ nas Eleições 2018”.

A apenas dois meses do pleito, dos 35 partidos com registro no TSE, não assinaram o termo PT, PSTU, PCO, PTC e PMB. Procurado pelo Bahia Notícias para esclarecer o motivo de ainda não ter assinado o acordo, o Partido dos Trabalhadores não deu retorno.

As legendas que até então estão comprometidas em combater a disseminação de informações falsas durante o período eleitoral são PTB, PDT, DEM, PCdoB, PCB, PSB, PODE, PSDB, PSC, PRP, PV, PPS, Avante, DC, PPL, PP, MDB, PHS, PSL, PRB, PSOL, PR, PSD, PRTB, Patriota, Pros, PMN, SD, Novo e Rede.

As fake news, divulgadas principalmente pelas redes sociais, passaram a ser vistas por parte da opinião pública como nocivas ao processo político e um risco à democracia. Com a proximidade das eleições o combate a este tipo de informação tem desassossegado as legendas. Ao sugerir o termo, Fux justificou afirmando que há uma “preocupação mundial” em relação à divulgação das fake news durante o processo de eleições. O presidente da Corte eleitoral disse também que há exemplos recentes de problemas relacionados a notícias falsas em democracias “bastante aperfeiçoadas”. Na ocasião o ministro falou ainda da importância de contar com a colaboração de partidos no combate às notícias falsas para a manutenção da ética e da legitimidade no ambiente eleitoral. Fonte via Bahia.ba


Fundo PIS-Pasep começa a ser pago pela Caixa e BB nesta quarta

Terça, 07 de Agosto por Csenna

Fundo PIS-Pasep começa a ser pago pela Caixa e BB nesta quarta

Foto: Reprodução/ EBC

A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil voltam a realizar pagamentos do Fundo PIS-Pasep nesta quarta-feira (8). De acordo com o Ministério do Planejamento, um total de 6,3 milhões de pessoas receberá o beneficio. O valor total pago será de R$ 5,5 bilhões.

Aqueles com direito ao benefício que possuírem conta corrente na Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil e que estiverem com o cadastro do Fundo PIS-Pasep atualizado receberão o depósito automaticamente, sem necessidade de se dirigir às agências.

De acordo com o cronograma, Caixa e Banco do Brasil começarão a efetuar os depósitos automáticos a partir desta quarta-feira. Devido à compensação noturna, os correntistas desses bancos poderão verificar os valores em suas contas a partir do dia 9 de agosto, na quinta-feira.


Defesa de Lula pede que liberdade seja julgada pela Segunda Turma

Terça feira  em 07 de Agosto, por Csenna em Notícias

Defesa cita casos de outros réus da Lava Jato que tiveram processos julgados pelos ministros do colegiado

Foto: Miguel Schincariol / AFP
Foto: Miguel Schincariol / AFP

A defesa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou interesse de que o pedido de liberdade do ex-presidente apresentado ao Supremo Tribunal Federal seja julgado na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

A defesa sustenta que o “juiz natural” do caso é a Segunda Turma e cita casos de outros réus da Lava Jato que tiveram processos julgados pelos ministros do colegiado.

Ainda segundo a defesa, o julgamento na turma seria medida de isonomia em relação a outros acusados, já que o regimento estipula hipóteses específicas para julgamento em plenário e Lula não se enquadraria nessas hipóteses.


Governo da Bahia investe no São João, maior festa regional do Brasil

Segunda, 19 de Junho //por Camila Matos//Foto Divulgação

A maior festa regional do Brasil tem apoio do governo da Bahia no interior e na capital do estado. Em Salvador, são mais de cinquenta atrações garantidas para animar o público que for conferir a festa com os palcos montados no Centro Histórico e também no Subúrbio Ferroviário de Salvador. Os artistas vão se dividir durante os três dias de festa. De quinta (22) a sábado (24) tem forró e outros ritmos para animar o público. No interior, mais de 80 municípios têm apoio do governo para promover as festas juninas, que incluem o Santo Antônio, o São João e também o São Pedro.


Vitória vence Sport por 3 a 1 e deixa o Z-4

Domingo 18 de Junho por Camila Matos //Foto: Ademar Filho/ Futura Press/ Estadão Conteúdo

Rubro-negro conquista seu primeiro triunfo fora de casa e sai da zona de rebaixamento da Série A pela primeira vez

O Vitória venceu o Sport por 3 a 1, neste domingo (18), na Ilha do Retiro, em Recife (PE). Os gols do Rubro-negro baiano foram marcados por Uillian Correia, Kanu e André Lima, enquanto Diego Souza descontou para os donos da casa. Com o resultado, o time comandado pelo técnico Alexandre Gallo chegou aos oito pontos e deixou a zona de rebaixamento. Agora, a equipe ocupa a 16ª posição.


SVAZIAR SESSÃO DEVE SER ESTRATÉGIA PARA EVITAR DENÚNCIA CONTRA TEMER

Domingo 18 de Junho por Camila Matos//Foto:Agencia Câmara

ALIADOS DE TEMER DEVEM ESVAZIAR SESSÃO PARA IMPEDIR 342 VOTOS, SEM QUÓRUM, OPOSIÇÃO NÃO CONSEGUIRÁ OS 342 VOTOS PARA ACEITAR DENÚNCIA DA PGR

Aliados do presidente da República, Michel Temer, definiram a principal estratégia para mantê-lo no cargo quando o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentar a denúncia contra o peemedebista: esvaziar as sessões da Câmara dos Deputados.

O objetivo é simples. Como no caso de um pedido de impeachment, são necessários 342 votos para que a denúncia seja aceita, Temer seja afastado do cargo e o Supremo Tribunal Federal (STF) seja autorizado a prosseguir com o julgamento.

Na prática, Temer não precisa de votos de nenhum deputado, mas a oposição fica obrigada a atingir votação de dois terços dos 513 deputados para retirá-lo do Planalto, ainda que temporariamente.

A votação é idêntica à do impeachment, com chamada nominal de cada um dos deputados. A segunda chamada dos faltosos não é obrigatória e as regras serão definidas pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Pelas contas de membros do alto escalão do governo, a base de apoio a Temer na Câmara gira em torno de 240 parlamentares e a oposição conta com pouco mais de 100. Com esses números, é bastante improvável que sejam atingidos os 342 votos necessários, apesar de todo o barulho da oposição.

“A chance da oposição ter os 342 votos para aprovar a denúncia é a mesma que o sargento Garcia tem de prender o Zorro”, disse o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), um dos principais aliados do Planalto.