Bahia Eleições 2018-Estudo aponta que base de Rui elege 25 federais contra 14 da oposição; veja os favoritos

Quarta feira, 09 de agosto, por Csenna, ás 00.02

No dia 7 de outubro, os brasileiros retornam as urnas para as eleições dos candidatos a presidente, senador, governador, deputados federais e estaduais. Na Bahia, a eleição proporcional (deputados) segue agitada e os postulantes atuam a todo vapor em Salvador e no interior. O Informe Baiano fez um levantamento, baseado em pesquisas internas e conversas com assessores políticos e jornalistas, que aponta os principais nomes na disputa por uma vaga na Câmara Federal. A expectativa é que o coeficiente eleitoral fique entre 153 mil e 160 mil votos.

O estudo não oficial aponta que a base do governador Rui Costa (PT) deve eleger, no total, 25 deputados federais. Inclui-se na conta o chapão, as coligações Avante/PROS e PTC/PMN/PRP/PMB, além da chapa independente do PDT.

No campo da oposição, estão os partidos da base de José Ronaldo (DEM), da base de João Henrique (PRTB) e também os “independentes”. Juntos, elegem 14 candidatos.

Veja abaixo a lista! (mais…)


STF aprova reajuste de 16% em salário de ministros da Suprema Corte

quarta feira,08 de Agosto por Csenna via Agência Brasil //Foto: Arquivo/Antonio

O salário atualmente é de R$ 33,7 mil e o percentual de reajuste, de 16%; projeto ainda depende de aprovação na Câmara e sanção presidencial

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, na noite desta quarta-feira (8), enviar ao Congresso Nacional proposta de aumento dos salários dos ministros da Corte para 2019. Foram 6 votos a 4. O salário atualmente é de R$ 33,7 mil e o percentual de reajuste, de 16%.

Caso o reajuste seja aprovado no Orçamento da União, que será votado pelo Congresso, o salário dos ministros poderia chegar a R$ 39 mil, valor que provocaria efeito cascata nos salários do funcionalismo – o subsídio dos ministros é o valor máximo para pagamento de salários no serviço público.


Bahia Eleições 2018:ALBA deve ter renovação de 40%; veja os favoritos para ganhar eleição para deputado estadual

quarta feira,08 de Agosto por Csenna  Foto:Alba arquivo

A disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBa) segue acirrada e a renovação deve atingir pelo menos 40%, de acordo com levantamento feito pelo Informe Baiano baseado em pesquisas internas e conversas com assessores políticos e jornalistas, que apontam os principais nomes. O coeficiente eleitoral para garantir uma vaga de deputado estadual deve ficar entre 95 e 105 mil votos.

O estudo não oficial aponta que a base do governador Rui Costa (PT) deve eleger, no total, 40 deputados estaduais, podendo chegar a 42. Inclui-se na conta o chapão, o PC do B (disputa sozinho) e ainda uma chapinha formada pelos nanicos PTC/PMN.

Entre os candidatos ao governo do lado da oposição estão: José Ronaldo (DEM), João Henrique (PRTB) e João Santana (MDB). Devem ser eleitos 22 parlamentares. São cinco chapas: DEM/PV/PRB/PSDB, PTB/PSC/PPL e PPS/PHS/PSL/PRTB. Os partidos MDB e SD disputam sozinhos.

Há ainda o “bloco independente”, do PSOL, que tem grandes chances de eleger um representante na ALBA pela primeira vez.As eleições para presidente, senadores, governadores, deputados federais e estaduais ocorrem no dia 7 de outubro. Veja abaixo a lista! (mais…)


Sem Lula, Pesquisa mostra Bolsonaro e Alckmin empatados em São Paulo

Quarta, 08 de Agosto de 2018 – 12:40

Sem Lula, Pesquisa mostra Bolsonaro e Alckmin empatados em São Paulo

Foto: Reprodução / Poder360

Jair Bolsonaro (PSL) continua na liderança da corrida presidencial em cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre os eleitores do estado de São Paulo, maior colégio eleitoral do país. Porém, de acordo com uma pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT/MDA) publicada nesta quarta-feira (8), o deputado federal empata tecnicamente com o segundo colocado, Geraldo Alckmin (PSDB).

Bolsonaro tem 18,9% das intenções de voto em São Paulo sem o ex-presidente  Lula considerado. O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) aparece em segundo lugar com 15%. A margem máxima de erro é de 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números SP-04729/2018 e BR-05911/2018.

Na sequência da pesquisa que ouviu 2.002 entrevistados, distribuídos em 75 municípios de todas as regiões do estado, entre os dias 2 e 5 de agosto, aparecem a ex-senadora Marina Silva (Rede), com 8,4% e Fernando Haddad (PT), atual vice na chapa de Lula e nome cotado para substitui-lo ao longo do processo. O ex-prefeito da capital tem 8,3% das intenções de voto, tecnicamente empatado com Ciro Gomes (PDT), que tem 6%. O senador Álvaro Dias (Podemos) aparece com 1,8%, seguido por Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU), ambos com 1,1%, e aparece em último Henrique Meirelles (MDB), com 1%.

O levantamento considerou a candidatura de Manuela D’Ávila (PCdoB) por ter sido feita antes do fim das convenções partidárias. No levantamento sem Lula, Manuela teria 1,1% das intenções de voto dos eleitores paulistas.


Lula e Alckmin tentam reviver velha polarização

Quarta feira, 08 de agosto, por Csena via  Jornalista ,Josias de Souza

O resultado da sucessão de 2018 está nas mãos do eleitor sem candidato. Diferentes pesquisas indicam que mais de um terço do eleitorado cogita desperdiçar o voto por não ter em quem votar. Estamos falando de um contingente na casa dos 50 milhões de eleitores. Dependendo da decisão que essa gente tomar, a disputa pelo Planalto pode sofrer uma reviravolta.

O ambiente gelatinoso não é bom para Bolsonaro. Ele lidera as pesquisas no cenário sem Lula, mas está estacionado. E o capitão acaba de escolher um general para vice. Com isso, Bolsonaro prega para os já convertidos. A atmosfera também não é boa para Marina e Ciro, que dispõem de pouco tempo na propaganda eleitoral para seduzir o eleitor desalentado.

abe fazer transfusão de votos. Precisa alçar Haddad, seu vice provisório, da insignificância para algum lugar à frente de Ciro e Marina. A outra dúvida é se Alckmin conseguirá extrair do seu latifúndio no horário eleitoral votos suficientes para roubar a vaga no segundo turno que Bolsonaro dá como fava contada. Lula e Alckmin, suprema ironia, trabalham juntinhos para reeditar a velha polarização PT versus PSDB. Falta combinar com os eleitores sem candidato.


Nas eleições 2018, PT se alia a partidos que apoiaram impeachment

Quarta feira, 08 de Agosto , por Csenna via Folha  // Foto: Paulo Whitaker / Reuters
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre o senador Renan Calheiros e o governador Renan Filho na passagem da caravana petista por Alagoas, em agosto de 2017

Apesar do discurso de que Dilma Rousseff foi vítima de um “golpe”, o PT se aliou em 15 Estados a partidos que apoiaram o impeachment da presidente cassada em 2016 e integraram o governo Michel Temer. Levantamento feito pelo Estado mostra que o PT será cabeça de chapa ao governo nas eleições 2018 em seis Estados em coligações com partidos que foram favoráveis ao impedimento. Na mão inversa, outros nove candidatos a governador de siglas que votaram pelo afastamento de Dilma vão ter o apoio do PT. Desses nove, há filiados ao MDB, PSD, PTB, PR e Rede. Outros quatro são do PSB, partido que em 2016 orientou voto favorável ao afastamento da presidente cassada. Agora, porém, o PSB – que sempre foi um aliado histórico dos petistas – fechou acordo nacional com o PT para não apoiar formalmente nenhum candidato à Presidência. A neutralidade do PSB isolou outro postulante ao Palácio do Planalto que disputaria votos no campo de esquerda, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT). Na prática, o PT espera uma adesão à candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Lava Jato, ou a seu possível substituto, o ex-prefeito Fernando Haddad, por parte da maioria dos diretórios do PSB.Click e leia (mais…)


Haddad e Manuela seriam bons candidatos se não fossem vices de Lula

Quarta feira, 08 de agosto, por Csena viar Reprodu Por: Folhapress

Foto: Fotos Públicas/ Ricardo Stuckert

Pela primeira vez os dois “vices” do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Haddad e Manuela D’Ávila, apareceram publicamente juntos depois do acordo para unir PT e PCdoB na corrida presidencial de 2018. A união foi selada apenas na noite de domingo, quando o prazo para a realização de convenções se encerrava e quando não havia mais espaço para negociações políticas. A situação criou então um Frankenstein político. Um candidato preso, com chances reais de não ter o registro de candidatura deferido por ter uma condenação em segunda instância, com dois vices – em um país que teve três vices assumindo o Palácio do Planalto em um espaço de 30 anos.

A jogada de Lula ao escolher Haddad era aguardada há muito tempo. O ex-prefeito de São Paulo sempre foi o plano B principal e insistir na tese de candidatura do ex-presidente serve apenas para reiterar a avaliação da esquerda que a condenação é ilegal. Em alguns momentos, o grupo chegou a flertar com uma eventual candidatura do ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, porém o prejuízo de deixar uma eleição praticamente garantida ao Senado para arriscar uma corrida ao Planalto não valeria a pena. Click e leia 

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Irmã de Ciro esquece biometria, tem título cancelado e pode ficar inelegível

Quarta feira, 08 de agosto, por Csena viar Reprodu Por: Folhapress
[Irmã de Ciro esquece biometria, tem título cancelado e pode ficar inelegível]

Ela não tem ficha suja, não enfrenta processos, nem teve contas rejeitadas como gestora pública. Mas pode ficar inelegível nas eleições deste ano por um motivo nada usual.

Irmã mais nova do presidenciável Ciro Gomes (PDT), Lia Ferreira Gomes (PDT) não realizou o recadastramento biométrico determinado pela Justiça Eleitoral e teve o seu título cancelado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Ceará.

Candidata a uma cadeira Assembleia Legislativa do Ceará, ela pode ser considerada inelegível nas eleições deste ano. Em tese, como não está apta a votar, já que teve o seu título cancelado, ela também não estaria apta a ser votada nas eleições deste ano.

Eleitores de 129 cidades cearenses tiveram que realizar o recadastramento biométrico para poder votar nas eleições deste ano. Cerca de 5 milhões de eleitores participaram do recadastramento, cujo prazo encerrou-se em 9 de maio.

Entre as cidades que terão biometria obrigatória está Sobral, cidade que é berço político dos Ferreira Gomes e onde Lia tem o seu título eleitoral registrado.

Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o cadastro eleitoral foi encerrado em 10 de maio e qualquer atualização só poderá ser feita a partir de 5 de novembro.

Em nota enviada à Folha, Lia Gomes afirma que, ao seu ver, a Justiça Eleitoral não realizou um recadastramento, mas apenas uma revisão eleitoral para que o eleitor possa ter o título de forma biométrica.

“Isto [o cancelamento do título], a meu juízo, não afeta as condições de elegibilidade. Tenho plena convicção que isto não será motivo impeditivo para eu registrar minha candidatura a deputada estadual. A palavra final será da Justiça Eleitoral”, afirma.

Esta será a primeira vez que Lia Gomes disputará as eleições –ela ocuparia o espaço político deixado pelo irmão Ivo Gomes, que era deputado estadual, mas foi eleito para a prefeitura de Sobral em 2016.

Além de Ciro e Ivo, os outros dois irmãos de Lia também estão na política: Cid Gomes, ex-governador do Ceará, disputa uma cadeira no Senado nas eleições deste ano. Já Lúcio Gomes ocupa uma secretaria na gestão do governador Camilo Santana (PT).


Em campanha, Alckmin vai ressaltar que Temer chegou ao poder pelo PT

 Quarta feira, 08 de Agosto , por Csenna via Folha de SP

Para se livrar da associação com o emedebista, a equipe de planejamento do tucano estuda argumentar que ele só chegou à Presidência porque Lula o escolheu para vice de Dilma

Foto: Lula Marques/ Agência PT

A equipe de campanha do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, vai apostar na tese de que Michel Temer (MDB) chegou ao Palácio do Planalto ao se candidatar como vice de Dilma Rousseff (PT) em 2014. A proposta é de se distanciar das “medidas impopulares” capitaneadas pelo emedebista.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, a estratégia visa contra-atacar possíveis investidas de petistas que deverão associar o tucano a Temer durante a corrida eleitoral.

Para se livrar do peso de ser vinculado ao atual governo, o núcleo estratégico da campanha de Alckmin estuda argumentar que o emedebista só chegou à Presidência porque o ex-presidente Lula (PT) o escolheu para vice de Dilma Rousseff.


PT só vai atacar Bolsonaro em um possível 2º turno, diz coluna

Quarta-feira, 08 de Agosto, em Política,por Csenna

O Partido dos Trabalhadores terá o segundo maior tempo na propaganda eleitoral de rádio e televisão, perdendo apenas para a coligação do tucano Geraldo Alckmin, candidato apoiado pelo Centrão

Foto: Reprodução

O PT, que deve ter como candidato à Presidência da República o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenha sua candidatura impugnada, não vai partir para o ataque contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo a Coluna do Estadão, a legenda vai adotar estratégia oposta à do Centrão e só deve centrar fogo contra Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial

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