Cunha contraria o ‘status quo’ e governo ataca por não conseguir maioria diz Dep Claudio Cajado

Foto Claudia Cardoso/ por Csenna Segunda feira 27 de Julho de 2015 as 12:50

CLAUDIO CAJADO

Procurador-geral da Câmara dos Deputados, Claudio Cajado (DEM) está em seu sexto mandato na Casa e acredita que, nos últimos 20 anos, a política “mudou muito”. Em entrevista ao Bahia Notícias, o parlamentar fala sobre a crise de imagem do Congresso Nacional e defende as críticas feitas ao presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ). “Obviamente que a atitude de Eduardo Cunha contraria uma parcela expressiva do parlamento que é formada pelo PT e por partidos de esquerda. Porque ele tem opiniões de centro e centro-direita. […] Todas essas questões contrariam ideologicamente uma parte do parlamento, mas são contrárias a um status quo, o que nunca houve”, avalia. Para ele, os ataques ao peemedebista ocorrem porque o governo não consegue argumentos que prevaleçam. “Dentro da democracia, quem tem a maioria governa e tem suas teses e opiniões. Querer se insurgir contra essas decisões alegando que há uma ditadura ou que há um descumprimento do regimento, nesses exemplos, não cabe”, define. Cajado discute ainda sobre a crise política e econômica, sobre o fortalecimento das oposições e atribui seu futuro político às escolhas do prefeito de Salvador, ACM Neto. “Meu futuro político está muito em cima da decisão que o prefeito vai ter nas eleições estaduais, daqui a três anos”, conclui. Leia aqui a entrevista completa. Fonte Bn.


Souto apresenta projeto para instalar painéis para captação de energia solar

Foto Facebook/Dep por Csenna Seguda feira 27 de Julho de 2015 as 12:16

fabio souto

Deputado estadual Fábio Souto (DEM) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia, um Projeto de Lei que tem como objetivo a instalação de painéis para a captação de energia solar, bem como o uso da energia solar térmica nos projetos arquitetônicos dos prédios públicos do estado da Bahia.

De acordo com o parlamentar, a energia solar é uma excelente alternativa para superar a crise decorrente do aumento do consumo da energia elétrica. Além disso, o democrata ressaltou que a energia solar é caracterizada como um tipo de energia ecologicamente correta, limpa, não poluente, racional, extremamente confiável, que não faz uso de qualquer tipo de combustível poluidor, que não agride o meio ambiente e é uma forma inesgotável, gratuita e de fácil utilização.

“Esta oferta de fonte de energia pode ser uma alternativa muito promissora para enfrentar os desafios da expansão energética com menor impacto ambiental aos cofre públicos de todo o estado da Bahia, sendo inserida e readaptada nas novas edificações e/ou na reforma dos prédios públicos do Estado da Bahia”, argumentou.Fonte: Ascom do deputado


Investigadores têm ‘bala de prata’ contra Cunha, mas Lula pede calma, diz coluna

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasilcunha

Os investigadores responsáveis pela Operação Lava Jato, que investiga o esquema bilionário de corrupção na Petrobras, teriam encontrado a “bala de prata” da denúncia contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB). Segundo a coluna Expresso, da revista Época, o ex-diretor de informática da Casa, Luís Eira, declarou em depoimento à Polícia Federal que os requerimentos supostamente usados para pressionar uma empresa a manter o pagamento de propina realmente saíram do computador do peemedebista. O presidente tinha negado envolvimento no caso e dito que outra pessoa foi responsável pelo pedido. A versão de Eira corrobora a versão dada pelo doleiro Alberto Youssef, operador do esquema, e fortalece a denúncia da PF. Mesmo com as supostas novas provas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria pedido cautela aos companheiros petistas. Ainda de acordo com a coluna, apesar de alguns membros do partido quererem “pedir a cabeça” de Cunha, Lula avalia que, com o desgaste do PT, exagerar nas críticas pode fortalecer o presidente da Câmara

Aliados sugerem que Rui monitore pasta da Saúde

Foto: Divulgação/Arquivo  atualizado em  27 de julho de 2015, 08:37

                                                             Fábio Villas Boas, secretário de Saúde

Aliados e auxiliares do governador Rui Costa (PT) temem que seu apoio incondicional ao secretário estadual da Saúde, Fábio Villas Boas, acabe por azedar a relação do governo com os servidores da saúde, em greve por melhores salários e condições de trabalho, e comprometa o bom relacionamento mantido até agora com o resto do funcionalismo. Muitos têm recomendado ao governador que mantenha um nível de monitoramento sobre a pasta que lhe permita intervir no momento adequado, evitando deixar a condução completa do processo ao secretário e amigo. Mesmo porque, comentam, Villas Boas pode voltar a qualquer hora para a atividade privada, o que não ocorre com o governador, um político profissional. Para completar o cenário desfavorável na área de Saúde, ainda tem a tropa de choque do deputado federal Jorge Solla, ex-secretário de Saúde que não perde a oportunidade de fustigar o atual e mobilizar seu pessoal, quando pode, para criticar e apontar erros da gestão na condução de demandas tanto dos servidores quanto do setor. Ainda no campo da Saúde, deputados acham um absurdo atribuir a Rui Costa a proposta de extinção das Dires, consideradas um avanço no processo de descentralização do serviço no Estado. Eles lembram que a extinção das Diretorias Regionais, cuja importância é defendida por quem entende profundamente do SUS, foi fruto de um ato baixado nos últimos dias do governo Jaques Wagner.


Critérios de Rui para 2016

Foto: Divulgação/ atualizado em  27 de julho de 2015, 08:33

RUI 13                                                                       Governador Rui Costa (PT)

Considerado um eleitor importante por petistas e aliados na sucessão municipal de 2016, apesar do desgaste que aflige o PT e suas principais lideranças nacionais, o governador Rui Costa já definiu pelo menos dois critérios para decidir seu apoio a candidaturas da base no próximo ano. O primeiro é o grau de relação com seu projeto político, o que pode ser traduzido também pelo apoio que recebeu à sua campanha em 2014. O segundo é a perspectiva de viabilidade político-eleitoral do candidato a prefeito, a ser medida por elementos objetivos como números de pesquisas.

Muito mais claro neste quesito que seu antecessor, Jaques Wagner, que chegou, em algumas eleições municipais, a apoiar até três candidaturas, Rui demonstra que vai fazer um jogo limpo com os aliados já na primeira sucessão de que irá participar na condição de maior liderança política e institucional do Estado. Não pretende empurrar nenhuma discussão sobre disputas locais com a barriga, mas, desde já, vai deixar cristalino como água pura que não vai emprestar seu prestígio para insuflar nenhuma barca furada com riscos prováveis de adernar na primeira curva do rio.

A menos que o apelo por apoios apareça de nomes ou grupos que, a despeito das expectativas negativas que cercaram inicialmente sua campanha, no ano passado, não hesitaram em chegar junto na defesa de sua candidatura ao governo, quando as forças adversárias apareciam disparadas nas pesquisas e ele amargava a posição de lanterninha segundo as mesmas consultas. Como inclui-se neste grupo um número relativamente reduzido de aliados, tudo indica que o estilo preto no branco de Rui vai prevalecer na seleção das apostas do governo para 2016.

A sucessão municipal é considerada um momento decisivo e estratégico para o governador porque tende a demarcar também o campo no qual ele poderá jogar dois anos depois, na sua própria sucessão, em 2018, quando espera ver retribuído o esforço que fez pela eleição de colaboradores e aliados nas eleições municipais. Em relação à grande maioria das cidades, a disputa, para o governo, se processará de maneira distinta da estratégia já armada para Salvador, onde o governo vai estimular o lançamento de várias candidaturas para enfrentar o prefeito ACM Neto (DEM).

Devem se beneficiar do movimento nomes com os deputados federais Antonio Brito (PTB), Alice Portugal (PCdoB), o estadual Pastor Isidório (PSB) e a senadora Lídice da Mata (PSB), para ficar nas primeiras opções de eventuais pré-candidatos que deverão concorrer com o democrata em 2016. A ideia é fazer tudo para empurrar a disputa ao segundo turno, fato que para o governo corresponde a 50% do esforço para derrotar o atual prefeito. Entre os nomes que já começam a se movimentar, Antonio Brito é considerado a principal novidade do time que deve ser escalado para fazer o embate com Neto no ano que vem.Fonte Tbahia.


Impeachment volta para a agenda parlamentar

Foto Arquivo/                      por csenna atualizado em 27 de julho de 2015, 08:23

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Rejeitada em abril pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e depois abandonada pelo PSDB, a proposta de pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso deve voltar para agenda do Legislativo após o recesso.Depois de romper oficialmente com o governo no dia 17, o peemedebista decidiu tirar os pedidos da gaveta e pediu que seus autores ajustassem os documentos dentro das exigências regimentais. O procedimento é incomum. Quando as petições não se enquadram no formato, elas normalmente são remetidas direto ao arquivo. A iniciativa foi a senha para que os grupos de oposição à presidente Dilma Rousseff selassem um pacto informal de não agressão com o presidente da Câmara.Apesar de ter sido acusado por um dos delatores da Operação Lava Jato de ter recebido propina, Cunha será poupado nas manifestações contra a corrupção marcadas para o dia 16 de agosto. Em contrapartida, os ativistas esperam que os pedidos de impeachment, agora devidamente formatados e encorpados, sejam acolhidos.Se antes negava de forma veemente que não encamparia a tese, agora Cunha faz mistério sobre a possibilidade de usar o expediente como mais um elemento de pressão sobre o Planalto. Segundo um aliado, o presidente da Câmara sinalizou que pode acolher os pedidos depois do recesso e antes das manifestações. Procurado pela reportagem, Cunha preferiu não comentar.Até agora, 12 documentos foram protocolados na Casa, mas os mais consistentes serão entregues até quinta feira. “Tivemos na sexta-feira uma reunião com o (jurista) Ives Gandra e mudamos nossa argumentação. Acrescentamos pareceres dos juristas Adílson Abreu Dallari e Bernardo Cabral, além dos argumentos do TCU sobre as pedaladas (fiscais)”, diz Carla Zambelli, líder do Nas Ruas e porta-voz da Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos coalizão que reúne dezenas de grupos anti-Dilma que estão organizando as manifestações do dia 16. “Não vamos para cima do Cunha no dia 16. Ele tem um papel importante. Nosso foco é o impeachment”, completa.Fonte .Estadão Conteúdo


PF PRENDE DUPLA COM R$ 1,2 MILHÃO EM NOTAS FALSAS

por Vianey Bentes e Lucas Nanini Da TV Globo, em Brasília e do G1 DF; Atualizado  domingo 26 de Julho de 2015

Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (24) no Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, dois homens com cerca de R$ 1,2 milhão em notas falsas. O material estava em uma pasta executiva escondida dentro de uma mala. Segundo a PF, as cédulas estavam dispostas em 12 montes de R$ 100 mil.

Foto: Polícia Federal/Divulgação
Cédulas de dinheiro falso em mala apreendida com dois homens no Aeroporto JK, em Brasília (Foto: Polícia Federal/Divulgação)

  Cédulas de dinheiro falso em mala apreendida com dois homens no Aeroporto JK, em Brasília

 A suspeita é de que apenas a primeira cédula de cada monte seja verdadeira. O material foi encaminhado para a perícia. De acordo com a PF, os lacres do Banco Central que envolvem o dinheiro também são falsos.

A polícia ainda não sabe se os suspeitos iriam embarcar para algum lugar ou se iriam repassar a mala para um passageiro.

(Foto: Vianey Bentes/TV Globo Mala com dinheiro falso encontrada no Aeroporto JK (Foto: Vianey Bentes/TV Globo)                                                Mala com dinheiro falso encontrada no Aeroporto JK 
Por volta das 19h, eles prestavam depoimento na Superintendência da PF, no Setor Policial Sul, em Brasília. Os agentes chegaram até os suspeitos por informações do setor de inteligência de outra polícia. A PF não divulgou qual corporação.

Segundo a delegada da PF Lorena Lima Nascimento, os dois suspeitos já haviam sido presos pelo mesmo motivo em outra unidade da federação. Fonte G1


Subprocurador pode assumir PGR no lugar de Janot

Foto Reprodução/  por Csenna ,  Atualizado em 26/07/2015 ás 08:50
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Eitel Santiago de Brito Pereira, subprocurador-geral e vice-presidente do Conselho Superior do Ministério Público, que nunca figurou em lista para procurador-geral, pode assumir interinamente o lugar de Rodrigo Janot e o comando da Lava Jato caso a presidente Dilma Rousseff não indique até 17 de setembro quem será o nome para o cargo. fonte 247


PT tensionou muito as últimas eleições, diz ACM Neto

Foto: Metropress /  por Csenna Sábado,  Atualizado em 25/07/2015 ás 20:45

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Horas antes da rejeição pública do PSDB à tentativa do PT de abrir diálogo entre governo e oposição e de aproximar os ex-presidentes Lula e FHC, o prefeito ACM Neto (DEM) havia apontado o motivo que levaria a iniciativa ao naufrágio: a estratégia adotada pelo PT na última disputa presidencial, baseada no clima de guerra com os tucanos e do “nós contra eles”. “O PT tensionou muito as últimas eleições. Eu não sei até que ponto as lideranças do PT têm condições de construir e conduzir um processo como esse, tendo em vista a responsabilidade frontal que eles têm em tudo o que está acontecendo hoje”, afirmou Neto ontem, após o anúncio da candidatura de Salvador ao título de Cidade da Música. O embate no segundo turno eleitoral permeou praticamente todas as declarações dos líderes tucanos contra a proposta. Bem diferente de 2005, quando generais da oposição, sob influência de FHC, se uniram para evitar que o mensalão tragasse o governo de Lula e jogasse o país em uma crise institucional.


FHC: ‘O momento não é para a busca de aproximações com o governo’

Foto Reprodução/  por Csenna Sábado,  Atualizado em 25/07/2015 ás 19:47

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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso usou as redes sociais neste sábado para negar o interesse em conversar com a gestão Dilma Rousseff e afirmou que encontros privados poderiam parecer conchavo para salvar o “o que não deve ser salvo”. “O momento não é para a busca de aproximações com o governo, mas sim com o povo. Qualquer conversa não pública com o governo pareceria conchavo na tentativa de salvar o que não deve ser salvo”, escreveu o ex-presidente em sua página no Facebook.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria interessado em se reunir com seu antecessor pra uma conversa sobre as crises econômica e política que assolam o país. Entre os temas do encontro estaria também a discussão envolvendo um possível processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

epresentantes da direção nacional do PSDB e lideranças do partido no Congresso rechaçaram a possibilidade de uma aproximação entre a oposição e o PT. Xico Graziano, ex-chefe de gabinete de FHC e atualmente assessor do Instituto que leva o nome do ex-presidente, tem tratado o tema com ironia nas redes sociais. “Se eu fosse o FHC topava conversar com Lula. Primeiro mandava ele pedir desculpas pela mentirada. Depois perguntaria: tá dormindo em paz?”, escreveu o assessor.

Do lado dos petistas, a reação tem sido diferente. Questionado sobre o encontro, o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, disse na sexta-feira ser “plenamente favorável”. “Acho que isso deveria acontecer mais no Brasil: ex-presidentes conversando. Nos Estados Unidos, é a coisa mais normal do mundo ex-presidentes se reunirem, inclusive a convite do presidente em exercício. Sempre que você estabelece diálogo entre lideranças nacionais, é bom para o País”, disse Edinho.

Em uma agenda nesta semana no Rio de Janeiro, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, também se mostrou favorável ao encontro. “A gente está num momento difícil, porque o quadro da economia mundial é difícil. É preciso serenidade, bom senso e imagino que os dois ex-presidentes têm de sobra essas qualidades. Eu aplaudiria muito se houver esse encontro, (mas) não para tratar de impeachment. O encontro de dois presidentes teria uma agenda muito superior a essa”, disse.Fonte (Com Estadão Conteúdo)