Maracás ;Lançamento oficial do São João de 2017

Quinta feira, 01 de Junho, por Juliana Ribeiro Foto Divulgação

 A Prefeitura Municipal de Maracás apresenta a grade oficial das atrações neste ano de 2017. Nesta edição o tradicional evento junino vai contar com as apresentações de Edgar Mão Branca, a revelação Taty VaqueiraBonde SertanejoBanda Me LevaKevi JonnyFilomena BagaceiraForrozão & Léo Ferae as tradicionais bandas locais. A tradição continua na mais importante festa de Maracás, venha curtir o São João Quente na Terra do Frio 2017 com quatro dias de muito forró na cidade das flores.

Fonte via RS Notícias

Senadores acreditam que PEC das eleições diretas não deve vingar

Quarta, 31 de Maio por Isabela Bonfim e Julia Lindner | Estadão Conteúdo

Senadores acreditam que PEC das eleições diretas não deve vingar

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A PEC que prevê eleições diretas em caso de afastamento de presidente e vice foi aprovada na manhã desta quarta-feira (31) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Ainda assim, alguns senadores duvidam que o projeto tenha prosseguimento no Congresso ou valha de fato para antecipar as eleições presidenciais de 2018. “Sem vender falsa ilusão, eu creio que não haverá tempo para a PEC. Estamos no limite, trabalhamos contra o relógio. Eu acredito que não há tempo de trabalhar essa PEC para que as eleições aconteçam antes do período constitucional, que é de 2018”, opinou o senador Alvaro Dias (PV-PR). O senador José Medeiros (PSD-MT) acredita que a PEC é casuística e busca modificar a lei em benefício de alguns políticos. Ele prevê contestações jurídicas no Supremo Tribunal Federal (STF) e dificuldades de tramitação no Congresso. “Para mim as pessoas correm para aprovar essa PEC numa operação disfarçada de “Volta, Lula”. Dá até náusea de ver como algumas pessoas têm dificuldade de respeitar a lei. Quando a lei não lhe beneficia, tenta moldar a lei”, afirmou. O senador relembrou que a PEC precisa ser aprovada em dois turnos, com quórum qualificado (3/5 dos votos) no Senado e na Câmara.


Pesquisa mostra que 90% da população defende eleições diretas, caso Temer saia

Quarta, 31 de Maio por Estela Marques

Pesquisa mostra que 90% da população defende eleições diretas, caso Temer saia

Foto: Ilustrativa

Em caso de saída do presidente Michel Temer, 90,6% da população defende a realização de eleições diretas. A possibilidade contrária, de eleições indiretas, é defendida por apenas 7%. O levantamento foi feito pelo Instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta quarta-feira (31), depois de ouvir 2.022 eleitores entre os dias 25 e 29 de maio. Quando proposto o cenário de eleições indiretas, 24,4% dos entrevistados preferiram que o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, fosse escolhido presidente do Brasil. A segunda opção seria a atual presidente da Corte, Cármen Lúcia. Por outro lado, 26,5% preferiam nenhuma opção. Os entrevistados também foram questionados, em pesquisa estimulada, sobre quem escolheriam para a Presidência da República, caso as eleições fosse hoje. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece na frente em todos os cenários, com 25,8%, seguido do deputado Jair Bolsonaro (16,1%), e do prefeito de São Paulo, João Doria (12,1%). Luciana Genro, Ronaldo Caiado e Ciro Gomes aparecem nas três últimas posições, com 1,5%, 1,6% e 4,3%, respectivamente. Não sabe acumula 4,8% e nenhum dos candidatos, 14,6%. O apresentador Luciano Huck foi incluído em um dos cenários e recebeu 7,3% das intenções de voto. Bernardinho, do vôlei, foi escolha de 3,7% dos entrevistados em outra perspectiva. Já quando a pergunta era em quem não votar de jeito nenhum, a pesquisa estimulada e de respostas múltiplas, tem como respostas Lula (46,5%), Jair Bolsonaro (26,1%) e Geraldo Alckmin (24,9%). Joaquim Barbosa e João Doria não são tão rejeitados, já que aparecem com 13,9% e 16,7%, respectivamente. 


Corpo de Garrincha está desaparecido de cemitério no Rio

Quarta feira, 31 de Maio por Juliana Ribeiro

O caso foi descoberto pela prefeitura de Magé durante a organização de uma homenagem ao jogador, que completaria 84 anos em outubro deste ano

Foto: Reprodução/Veja
Foto: Reprodução/Veja

Quase 34 anos depois da morte de Mané Garrincha, a família do jogador não sabe onde está a sepultura dele. Ídolo do futebol brasileiro, ele morreu aos 49 anos, devido a complicações provocadas pelo alcoolismo.

Garrincha foi enterrado no cemitério municipal Raiz da Serra, na cidade de Magé, na Baixada Fluminense. De acordo com o jornal Extra, existe a hipótese de que os restos mortais do jogador tenham sido perdidos durante um processo de exumação que não teria sido autorizado pela família e não apresenta registro.

Um dos primos de Garrincha, João Rogoginsky, falou ao Extra que há aproximadamente dez anos outra pessoa da família morreu e precisou ser enterrada no jazigo familiar. À época, ele disse ter sido informado de que a ossada de Garrincha fora retirada do túmulo para ser colocada em um nicho, mas ele não assistiu à  exumação nem recebeu qualquer documento comprobatório.

O caso foi descoberto pela prefeitura de Magé durante a organização de uma homenagem a Garrincha, que completaria 84 anos em outubro deste ano.


CCJ do Senado aprova eleições diretas em caso de vacância da Presidência

Quarta feira,. 31 de Maio por Camila Matos

Agora, o texto será enviado ao plenário do Senado e, caso aprovado, a PEC seguirá para a Câmara

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou por unanimidade, na tarde desta quarta-feira (31), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece eleições diretas se a Presidência da República ficar vaga nos três primeiros anos do mandato. Agora, o texto será enviado ao plenário do Senado e, caso aprovado, a PEC seguirá para a Câmara.

Atualmente, a legislação prevê que, na hipótese de presidente e vice deixarem o comando do país nos últimos dois anos do mandato, deve ser realizada eleição indireta, em até 30 dias, pelo Congresso Nacional.

Se a PEC for aprovada neste ano, uma eventual saída do presidente Michel Temer ainda em 2017 levaria a uma eleição direta, já que o mandato do peemedebista se encerra em 31 de dezembro de 2018.


Lúcio acusa aliados de tentar derrubar Temer: ‘Não acham terreno’

Peemedebista, deputado baiano aponta articulação “por debaixo do pano” de “alguns”, mas estranha movimento: “Motivo do impeachment era o poder pelo poder?”
Foto: Izis Moacyr/ bahia.ba
Foto: Izis Moacyr/ bahia.ba

O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) acusou “alguns” aliados de articular “por debaixo do pano” a sucessão do presidente Michel Temer antes do fim do mandato. Partidos como o PSDB e o PPS estão divididos quanto ao desembarque do governo, desde que as delações da JBS, que colocaram o peemedebista em suspeita de corrupção, foram reveladas.

“Tem o desejo natural de alguns que querem o lugar do presidente, mas não estão achando terreno. Se você tem amigo, você vai querer que ele seja [presidente]”, afirmou o parlamentar baiano, sem citar nomes, em entrevista ao bahia.ba, nesta quarta-feira (31).

Irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), ele disse estranhar o movimento, uma vez que as legendas se uniram em favor do impeachment de Dilma Rousseff (PT) devido a um objetivo comum. “Adotaram a agenda das reformas. O que vão dizer à população agora? Que o motivo do impeachment era apenas para assumir o poder pelo poder? Então, a agenda de reformas continua”, apostou.

No Congresso, as votações das reformas trabalhista e da Previdência continuam a se arrastar, não só pelas obstruções promovidas pela oposição, mas também pelo “corpo mole” de parte da base governista.


Palocci quer trocar delação contra Lula por prisão domiciliar

Quarta feira, 31 de Maio, por Julliana Ribeiro

Ex-ministro teria acenado à possibilidade de fechar acordo de delação em que teria novas informações sobre a corrupção no Carf e contra o BTG Pactual e Abílio Diniz

Foto: Antonio Cruz/ ABr
Foto: Antonio Cruz/ ABr

O ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci negocia uma proposta de acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) em que pretende trocar informações contra bancos, empresa e o ex-presidente Lula por um ano de prisão domiciliar.

O petista está preso desde setembro de 2016 na sede da Polícia Federal de Curitiba. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, Palocci está disposto a revelar detalhes de operações supostamente irregulares cometidas por Lula, um dos donos do BTG Pactual, André Esteves, e o ex-proprietário do Pão de Açúcar, Abílio Diniz.

Entre as incorreções estariam vendas de medidas provisórias no Congresso para bancos privados e até uma frustrada manobra de tráfico de influência do ex-ministro para Diniz manter o controle sobre o grupo, adquirido pela francesa Casino em 2013.

Palocci também teria se comprometido em explicar o esquema de corrupção no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), cujos fatos uniriam as investigações das operações Zelotes e Lava Jato.

Até o momento, o ex-ministro se reuniu apenas uma vez com os procuradores e teria, incialmente, se mostrado reticente em fazer o acordo. Agora, foi feito o aceno positivo ao firmamento do pacto.


J&F fecha acordo de leniência por R$ 10,3 bilhões

A J&F, dona da JBS, uma das maiores processadoras de carne do mundo, fechou acordo de leniência por R$ 10,3 bilhões.

A tratativa, fechada com o Ministério Público Federal do Distrito Federal, será assinada nos próximos dias, após a conclusão das discussões de cláusulas do acordo, segundo os procuradores.

O acordo inclui os fatos apurados em cinco operações em que a J&F é alvo.

Com o acerto, as empresas do grupo garantem o direito de continuar sendo contratadas pelo poder público e retiram entraves para obter empréstimos junto a instituições financeiras.

Do total a ser pago, R$ 8 bilhões serão destinados a Funcef (25%), Petros (25%), BNDES (25%), União (12,5%), FGTS (6,25) e Caixa Econômica Federal (6,25%). O restante da multa, de R$ 2,3 bilhões, será pago por meio de projetos sociais.

O prazo de pagamento foi fixado em 25 anos, sendo que, neste período, os valores serão corrigidos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Considerando a correção, a projeção é que o total a ser pago pela J&F chegue a R$ 20 bilhões.

O valor, segundo o MPF do DF, é o maior da história. A leniência da Odebrecht foi de R$ 6,8 bilhões pagos em 23 anos.

Será pago apenas pela J&F, holding que pertence aos irmãos Joesley e Wesley Batista, que se tornaram delatores, e ao pai deles.

O valor firmado representa 5,62% do faturamento livre de impostos registrado pelas empresas do grupo em 2016. O percentual de multa equivale à média verificada em outros quatro acordos firmados na Lava Jato.

As conversas com o grupo começaram em fevereiro, em paralelo às negociações de colaboração dos executivos e controladores do grupo já homologada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Pela proposta original dos procuradores, a multa seria de R$ 33,6 bilhões. Mas a Lei Anticorrupção prevê descontos de até dois terços do valor para quem é colaborador.

A legislação prevê que a multa aplicada possa variar entre 0,1% e 20% do faturamento dependendo da gravidade dos crimes cometidos.

Antes de chegar a esse consenso, a J&F fez cinco ofertas que foram recusadas pelo Ministério Público Federal.

Os valores acertados foram baseados no faturamento das empresas do grupo em 2016 livre de impostos, que foi de R$ 183,244 bilhões, segundo a própria holding


Luiz Argôlo permanece em regime fechado, decide ministro do STJ

Terça feira, 30 de Maio por Camila Matos

Com a liminar negada, o mérito do pedido de habeas corpus será avaliado pela Quinta Turma do tribunal, especializada em direito penal

Foto: Antonio Augusto / Câmara dos Deputados
Foto: Antonio Augusto / Câmara dos Deputados

Condenado a 11 anos e 11 meses de prisão em regime fechado, o ex-deputado federal Luiz Argôlo (SD) teve sua tentativa de migração para o semiaberto negada pelo ministro Felix Fischer, relator da Lava Jato no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Em sua decisão, o magistrado afirmou que a concessão de liminar à defesa do ex-parlamentar seria “prematura” e que a “progressão do regime está condicionada à reparação do dano” por parte do apenado.

O mérito do pedido de habeas corpus será avaliado pela Quinta Turma do tribunal, especializada em direito penal.

A defesa do ex-deputado havia requerido a migração para o regime semiaberto “sem a exigência de reparação de dano”, enquanto não houvesse trânsito julgado da ação.

Fischer, por sua vez, citou um posicionamento do falecido ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), para justificar a manutenção do ex-deputado na cadeia.

No despacho do STF, consta que “a presunção de inocência não impede que, mesmo antes do trânsito em julgado, o acórdão condenatório produza efeitos contra o acusado”. Com informações do Estadão.


Irmão de Suzane von Richthofen é retirado da Cracolândia de São Paulo

Terça feira, 30 de Maio por Juliana Ribeiro

No prontuário, ao qual O Globo teve acesso, a médica afirma que os sintomas de Andreas eram condizentes com “abuso de substâncias ilícitas”

Foto: Reprodução/TV Globo
Foto: Reprodução/TV Globo

Andreas Albert von Richthofen, único irmão de Suzane von Richthofen, foi uma das pessoas retiradas da Cracolândia de São Paulo, na última semana, segundo divulgado nesta terça-feira (30), pelo jornal O Globo. Segundo a publicação, ele foi encontrado por policiais militares naquela região, quando tentava pular o portão de uma casa que dizia ser de seu tio.

Agitado, desorientado e agressivo, segundo agentes que o atenderam, Andreas, que tem 29 anos, foi levado pelos policiais para o Hospital do Campo Limpo, na zona sul da capital – ele tinha apenas 15 anos quando os pais foram mortos pela irmã, em conluio com o namorado Daniel Cravinhos e o cunhado.

No prontuário, ao qual o jornal teve acesso, a médica afirma que os sintomas de Andreas eram condizentes com “abuso de substâncias ilícitas”. Quando chegou ao hospital ele estava, segundo os enfermeiros ouvidos pela reportagem, sujo, com os cabelos compridos, roupas em frangalhos e múltiplos ferimentos pelo corpo.

Entrevistado em 2015 pelo jornal Estadão, Andreas, que é formado em Farmácia e doutor em Química Orgânica pela Universidade de São Paulo (USP), afirmou ter vontade sair do Brasil pelo peso que seu sobrenome carrega no país.