Imbassahy é o ministro que mais se aproximou de Temer na crise

Por  Julliana Ribeiro Fotos: Agência Brasil

Nos últimos dias, foi revelado, por meio dos próprios tucanos, que o PSDB se prepara para abandonar o presidente, tragado pelas explosivas acusações do empresário Joesley Barista, dono da JBS, de que o peemedebista atuou para obstruir a Lava Jato incentivando a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
O partido, considerado hoje a mais importante base de apoio do governo do peemedebista, avalia que é “insustentável” caminhar ao lado de Temer caso as declarações sejam confirmadas. O PSDB mantém hoje quatro ministérios no governo Temer: Secretaria de Governo (Antônio Imbassahy), Relações Exteriores (Aloysio Nunes), Cidades (Bruno Araújo) e Direitos Humanos (Luislinda Valois).
Responsável pela articulação direta entre o Palácio e o Congresso, Imbassahy representa ainda uma certa resistência dentro do tucanato. Ele defende que, em nome da estabilidade, o partido tenha mais cautela. Imbassahy tem passado esta quinta-feira ao lado de Temer em busca de uma solução para a crise. Os demais auxiliares do presidente da República dentro do PSDB, porém, não devem seguir a orientação de Imbassahy e preparam uma saída em conjunto.

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