ALCKMIN PEDE PARA ALIADOS PAULISTAS BARRAREM MOVIMENTO CONTRA TEMER

Sexta, feira 02 de junho por Camila Matos /(FOTO: ROVENA ROSA/AR

GOVERNADOR OFERECEU JANTAR PARA PREFEITOS TUCANOS

GOVERNADOR OFERECE JANTAR NO PALÁCIO DOS BANDEIRANTES A PREFEITOS PARA QUE DIRETÓRIO ESTADUAL DO PSDB SE MANTENHA AO LADO DO PRESIDENTE 

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), reuniu prefeitos aliados de cidades importantes do Estado, como São Bernardo do Campo e Santo André, para discutir a posição do diretório estadual do partido, que se reúne próxima segunda-feira, 5, sobre um possível desembarque do governo de Michel Temer. O peemedebista e o governador têm uma reunião marcada para a noite desta sexta-feira, 2, no Palácio dos Bandeirantes.

O tucano ofereceu um jantar no Palácio dos Bandeirantes na noite de quinta-feira, 1, para passar a orientação de que defender a saída da base não é a decisão mais acertada neste momento, diferentemente da posição adotada pelo presidente estadual do PSDB, Pedro Tobias, e pela ala jovem da legenda.

O recado passado por Alckmin a aliados foi acertado com o presidente do PSDB, Tasso Jereissati, e com o próprio Temer. Aos prefeitos, Alckmin teria dito que uma eleição indireta agora desorganizaria todo o processo de sucessão em 2018, no qual o tucano é declaradamente parte interessada.

Segundo interlocutores do governador, delegar para o Congresso a escolha de um eventual sucessor de Temer antes da eleição do ano que vem seria abrir caminho para a vitória do atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia, já considerado o nome mais forte para um pleito indireto. Como ele é deputado e já tem o controle da Casa, a avaliação de Alckmim é de que mesmo Jereissati não conseguiria vencê-lo.

Se a orientação de Alckmin for seguida à risca, a reunião de segunda deve terminar sem uma posição clara dos tucanos paulistas a respeito do governo Temer. É esse o acordo que o presidente espera fechar nesta noite. (AE)


LULA DIZ QUE NÃO APOIA ELEIÇÃO INDIRETA NEM SE JOBIM FOR CANDIDATO

Sexta, feira 02 de junho por Camila Matos /Foto: Lula Marque / AGPTT

Abertura do 6º Congresso do Partido dos Trabalhadores em Brasília, com a presença do ex-presidente Lula, Rui Falcão e Dilma Rousseff. T

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira, 2, que nem mesmo se o ex-ministro da Defesa Nelson Jobim (PMDB) for candidato em uma eleição indireta ao Palácio do Planalto apoiará o nome dele. Em reunião com 28 delegações estrangeiras que participam do 6.º Congresso Nacional do PT como observadores, Lula afirmou que o partido está em campanha por eleições diretas para substituir o presidente Michel Temer. A portas fechadas, repetiu que não respaldará um processo no qual votem apenas deputados e senadores.

“Estão falando aí que, se o Jobim participar, eu não poderia ser contra, mas sou contra eleger qualquer candidato em eleição indireta, até mesmo ele”, disse Lula. “Prefiro perder dez eleições diretas a ganhar uma indireta.”

Nos últimos dias, porém, o ex-presidente pediu a um interlocutor que sondasse Jobim – ministro em seu governo e também no de Dilma Rousseff -, com o objetivo de verificar se ele tinha interesse em se candidatar em eventual Colégio Eleitoral, caso Temer seja deposto. A reportagem apurou que Lula recebeu resposta negativa.

Na reunião com os estrangeiros, Lula disse não entender o funcionamento dos mecanismos de colaboração entre a Justiça do Brasil e a dos EUA. “Como pode um empresário como o Joesley Batista fazer um acordo e ir morar nos EUA?”, protestou o ex-presidente. Na véspera, em discurso na abertura do congresso ao lado de Dilma, Lula havia chamado o dono da JBS de “canalha”.

Réu em cinco ações penais, três das quais no âmbito da Lava Jato, o petista não foi questionado sobre as acusações de corrupção das quais é alvo, mas abordou espontaneamente o assunto ao dizer que “a única coisa” que pode oferecer aos partidos amigos é sua inocência. Estavam presentes ali representantes de siglas da América Latina, Europa e África.

Lula repetiu que será candidato em 2018 e avisou que, se for impedido pela Justiça, pretende rodar o Brasil para criar uma frente de partidos de esquerda com o PT.

Indagado por um dos estrangeiros sobre qual seria o programa de governo para um eventual terceiro mandato, o ex-presidente defendeu sua administração. “Nas eleições, não vamos falar apenas em passado, mas é o passado que nos dará base para falar sobre o futuro”, afirmou ele. Continuar  (mais…)


Coronel diz que ‘não está feliz’ com Rui e cobra obras no interior. Veja vídeo.

Sexta, feira  02 de junho por Camila Matos / Foto: Divugação

Chefe da AL-BA afirmou que há secretários que se acham “mais poderosos do que o governador” e mandou recado: “Abaixem a bola”

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ângelo Coronel (PSD), disse que “não está feliz” na base do governador Rui Costa (PT) e cobrou do chefe do Executivo estadual obras no interior do estado. A declaração foi proferida durante a entrevista com o vice-governador e secretário estadual de Planejamento, João Leão (PP), no seu programa “Tetê à Tête” transmitido pelo Facebook.

No bate-papo, Coronel perguntou a Leão se o PP estava satisfeito no grupo de Rui. O vice-governador admitiu o descontentamento dos deputados federais do seu partido com governo, mas afirmou que os parlamentais estaduais estão “felicíssimos”. O presidente da AL-BA disse, porém, que não tem visto esse contentamento dos pepistas nos corredores do Legislativo baiano.

Nesse momento, Leão afirmou: “estão iguais a você, sorrindo à toa”. “Quem disse que estou feliz? Não estou feliz. Você está querendo colocar panos quentes na situação”, retrucou Coronel, ao ressaltar que tem secretários que não atendem e se acham “mais poderosos do que o governador”. “Abaixem a bola”, mandou.

O chefe da AL-BA disse também que o governador precisa fazer “obras tamanho P” no interior e não apenas grandes construções na capital baiana. “Tenho falado, em minhas entrevistas, que o governo gosta muito das obras do tamanho G, e tem que se preocupar agora com as obras tamanho P. O metrô é lindo, viaduto é show de bola, as encostas, mas você que está lá em Caculé, em Santa Rita, no interior, também quer ser lembrado com obras tamanho P. Não pode ser só obra tamanho G”, pontuou.

Ainda na entrevista, Coronel revelou que corre nos bastidores a informação de que Leão deseja deixar de ser vice-governador e ser candidato ao Senado nas eleições de 2018. O pepista afirmou “não decidiu nada ainda”, mas falou que “a dona Tereza [sua esposa] quer que eu continue na vice”.

Leão ainda pediu a Coronel para que os deputados do PP insatisfeitos no partido, como Ronaldo Carlletto, não migrem para o PSD. “Deixe Ronaldo [Carletto] comigo que tomo conta dele”, apelou.


Se for para ter eleição indireta, Temer tem mais legitimidade, diz Wagner

O ex-ministro de Dilma e atual secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Jaques Wagner (PT), afirmou na noite desta quinta-feira (1º) que, embora defenda eleições diretas com mandato excepcional de cinco anos em caso de vacância na Presidência da República, o presidente Michel Temer (PMDB) tem legitimidade para ser o escolhido em eventual eleição indireta.

“Se for para ter eleição indireta, o Temer tem mais legitimidade do que qualquer outro porque, querendo ou não, ele estava na linha sucessória da Presidência”, disse o petista ao jornal O Estado de S. Paulo, em Brasília, ao chegar para o 6º Congresso Nacional do PT.

O ex-governador da Bahia também disse não ver com bons olhos a eventual troca constante de presidente. “A briga política é fundamental para oxigenar a democracia, mas não pode asfixiar o país. Quando a democracia vira uma questão de conveniência, a gente está mal”, disse Wagner.

Para o petista, o critério para derrubar um presidente não pode ser “um corte moralista”. Segundo ele, o pior cenário para o País é o de instabilidade e imprevisibilidade. “Como é que eu vou conversar com um investidor estrangeiro que pergunta quem vai ser o presidente daqui a 15 dias?”, questionou.

Apesar do cenário, Wagner acredita que Temer não será derrubado rapidamente. “A gente está fazendo um monte de especulações, mas antes precisa combinar com os russos. Não sabemos o que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) vai decidir e um processo de impeachment é demorado”, afirmou.

Diante da possibilidade de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiar o julgamento da chapa Dilma-Temer, marcado para o dia 6, Wagner fez um alerta ao tribunal.

“A maior responsabilidade do tribunal hoje é decidir. Seja o que for”, disse o ex-ministro que diz ser contra a cassação da chapa, pois isso implicaria na condenação de Dilma.


Governo deve liberar R$ 100 mil em emendas impositivas de deputados

Sexta feira, 02 de junho por Camila Matos Foto: Divulgação/Arquivo

Assembleia anda praticamente às moscas por causa do corpo mole da bancada governista

Deputados estaduais aguardam com ansiedade o dia de amanhã. É quando, acreditam, o governo vai liberar, via Bahiatursa, uma parcela de R$ 100 mil dos R$ 2,7 milhões relativos a emendas impositivas a que cada um dos 63 parlamentares têm direito e não têm sido pagas desde 2015, sob o argumento de que o governo não tem dinheiro, um fato que todo mundo sabe ser verdadeiro. Do cumprimento do compromisso depende a disposição da bancada do governo de voltar a dar quorum para a retomada das votações na Assembleia Legislativa, onde não se aprecia nada há quase dois meses. Mas já há parlamentares reclamando do valor, cujo objetivo é permitir que os parlamentares empreguem na ajuda aos festejos juninos em suas bases. Ou seja, é forte a possibilidade de nem a liberação do dinheiro alterar o clima de “desânimo” na Assembleia.


Em 4 meses, Coronel cumpre promessas, tem 2 tentativas de CPI e lida com 1ª crise do governo

Sexta, 02 de Junho ,por Rebeca Menezes

Em 4 meses, Coronel cumpre promessas, tem 2 tentativas de CPI e lida com 1ª crise do governo

Foto: Jefferson Peixoto / Ag. Haack / BNotícias

Se a sensação de que o ano está passando rápido já começa a circular entre diversos grupos sociais, na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) essa ideia deve ser ainda mais forte. Em apenas quatro meses da gestão de Angelo Coronel (PSD) à frente da presidência da Casa, os parlamentares já viram promessas antigas sendo cumpridas, briga física entre deputados, dois pedidos de abertura de Comissões Parlamentares de Inquéritos (CPIs), uma bancada independente criada e desfeita e até uma crise institucional da gestão do governador Rui Costa. Coronel assumiu a presidência oficialmente no dia 2 de fevereiro deste ano, depois de conseguir acordos com um número suficiente de colegas para fazer o então presidente, Marcelo Nilo (PSL), retirar sua candidatura (lembre aqui). Depois de dez anos sob o comando de Nilo, a AL-BA viu o deputado do PSD cumprir as promessas que havia feito em busca do cargo: criou o Colégio de Líderes, que deveria discutir os projetos que seriam levados ao plenário (veja aqui); votou projetos importantes como a criação do Fundo Penitenciário com apoio de governistas e oposicionistas (lembre aqui); e acabou com a reeleição para os cargos da Mesa Diretora em uma mesma legislatura, incluindo a presidência (entenda aqui). Também chegou a implantar as “quartas parlamentares”, para votar projetos de deputados – ideia que em pouco tempo já encontrou entraves na própria Legislação, que transforma em inconstitucionais a maioria das propostas (entenda aqui). Coronel ainda devolveu 15 policiais militares que estavam a serviço da AL-BA (veja aqui), firmou convênios com o Gaac e com o hospital Aristides Maltez (veja aqui e aqui) e provocou mudanças no Regimento Interno para cortar o ponto de deputados faltosos (entenda aqui) e reduzir o número de membros da Mesa necessários para se manter uma sessão (veja aqui). Mas, se em pouco tempo o pedetista conseguiu feitos importantes, também teve que enfrentar alguns momentos delicados: dois deputados chegaram às vias de fato durante uma sessão da Casa depois de um desentendimento por questões pessoais (lembre aqui) e houve duas tentativas de instalar CPIs: uma do Centro de Convenções da Bahia (lembre aqui) e outra da Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento (Cerb) – que ainda é buscada pela bancada de oposição (veja aqui). Enquanto avaliava os pedidos de investigação, viu o PSL formar uma “bancada independente”, que cobrava mais espaço na gestão estadual, voltar ao simples posto de governista após uma movimentação de bastidores tirar dois parlamentares do grupo (entenda aqui). Agora, enfrenta a principal crise institucional do governo: sem o pagamento de emendas impositivas e com quase permanentes problemas com o secretário de Relações Institucionais, Josias Gomes, os deputados da base governista têm se recusado a votar projetos do Executivo (entenda aqui). Com isso, Coronel tem tido problemas para garantir o quórum e “manter a paz” entre os parlamentares (veja aqui). Ao Bahia Notícias, Coronel disse que chega a ficar surpreso com a quantidade de ações realizadas e avaliou o período como “positivo”. “Os servidores resgataram sua autoestima, os deputados não têm mais vergonha de se identificarem como parlamentares. Eu almocei com toda a equipe e até eu me surpreendi com a quantidade de coisas que foram feitas”, comemorou. Questionado sobre qual foi o ponto principal de sua gestão nesse período, o presidente cravou: “A independência do Poder, mantendo a harmonia com o Executivo e o Judiciário. A Assembleia deixou de ser quase uma secretaria do governo e voltou ao seu real papel. Esse é o meu orgulho. E o governo entendeu isso também”. Em seus primeiros meses na presidência, Coronel aproveitou para lançar uma nova logo para a Assembleia. Se os próximos meses da sua gestão continuarem movimentados, para o bem ou para o mal uma coisa é certa: ele deixará sua marca na AL-BA.


Senadores acreditam que PEC das eleições diretas não deve vingar

Quarta, 31 de Maio por Isabela Bonfim e Julia Lindner | Estadão Conteúdo

Senadores acreditam que PEC das eleições diretas não deve vingar

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A PEC que prevê eleições diretas em caso de afastamento de presidente e vice foi aprovada na manhã desta quarta-feira (31) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Ainda assim, alguns senadores duvidam que o projeto tenha prosseguimento no Congresso ou valha de fato para antecipar as eleições presidenciais de 2018. “Sem vender falsa ilusão, eu creio que não haverá tempo para a PEC. Estamos no limite, trabalhamos contra o relógio. Eu acredito que não há tempo de trabalhar essa PEC para que as eleições aconteçam antes do período constitucional, que é de 2018”, opinou o senador Alvaro Dias (PV-PR). O senador José Medeiros (PSD-MT) acredita que a PEC é casuística e busca modificar a lei em benefício de alguns políticos. Ele prevê contestações jurídicas no Supremo Tribunal Federal (STF) e dificuldades de tramitação no Congresso. “Para mim as pessoas correm para aprovar essa PEC numa operação disfarçada de “Volta, Lula”. Dá até náusea de ver como algumas pessoas têm dificuldade de respeitar a lei. Quando a lei não lhe beneficia, tenta moldar a lei”, afirmou. O senador relembrou que a PEC precisa ser aprovada em dois turnos, com quórum qualificado (3/5 dos votos) no Senado e na Câmara.


Pesquisa mostra que 90% da população defende eleições diretas, caso Temer saia

Quarta, 31 de Maio por Estela Marques

Pesquisa mostra que 90% da população defende eleições diretas, caso Temer saia

Foto: Ilustrativa

Em caso de saída do presidente Michel Temer, 90,6% da população defende a realização de eleições diretas. A possibilidade contrária, de eleições indiretas, é defendida por apenas 7%. O levantamento foi feito pelo Instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta quarta-feira (31), depois de ouvir 2.022 eleitores entre os dias 25 e 29 de maio. Quando proposto o cenário de eleições indiretas, 24,4% dos entrevistados preferiram que o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, fosse escolhido presidente do Brasil. A segunda opção seria a atual presidente da Corte, Cármen Lúcia. Por outro lado, 26,5% preferiam nenhuma opção. Os entrevistados também foram questionados, em pesquisa estimulada, sobre quem escolheriam para a Presidência da República, caso as eleições fosse hoje. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece na frente em todos os cenários, com 25,8%, seguido do deputado Jair Bolsonaro (16,1%), e do prefeito de São Paulo, João Doria (12,1%). Luciana Genro, Ronaldo Caiado e Ciro Gomes aparecem nas três últimas posições, com 1,5%, 1,6% e 4,3%, respectivamente. Não sabe acumula 4,8% e nenhum dos candidatos, 14,6%. O apresentador Luciano Huck foi incluído em um dos cenários e recebeu 7,3% das intenções de voto. Bernardinho, do vôlei, foi escolha de 3,7% dos entrevistados em outra perspectiva. Já quando a pergunta era em quem não votar de jeito nenhum, a pesquisa estimulada e de respostas múltiplas, tem como respostas Lula (46,5%), Jair Bolsonaro (26,1%) e Geraldo Alckmin (24,9%). Joaquim Barbosa e João Doria não são tão rejeitados, já que aparecem com 13,9% e 16,7%, respectivamente. 


Lúcio acusa aliados de tentar derrubar Temer: ‘Não acham terreno’

Peemedebista, deputado baiano aponta articulação “por debaixo do pano” de “alguns”, mas estranha movimento: “Motivo do impeachment era o poder pelo poder?”
Foto: Izis Moacyr/ bahia.ba
Foto: Izis Moacyr/ bahia.ba

O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) acusou “alguns” aliados de articular “por debaixo do pano” a sucessão do presidente Michel Temer antes do fim do mandato. Partidos como o PSDB e o PPS estão divididos quanto ao desembarque do governo, desde que as delações da JBS, que colocaram o peemedebista em suspeita de corrupção, foram reveladas.

“Tem o desejo natural de alguns que querem o lugar do presidente, mas não estão achando terreno. Se você tem amigo, você vai querer que ele seja [presidente]”, afirmou o parlamentar baiano, sem citar nomes, em entrevista ao bahia.ba, nesta quarta-feira (31).

Irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), ele disse estranhar o movimento, uma vez que as legendas se uniram em favor do impeachment de Dilma Rousseff (PT) devido a um objetivo comum. “Adotaram a agenda das reformas. O que vão dizer à população agora? Que o motivo do impeachment era apenas para assumir o poder pelo poder? Então, a agenda de reformas continua”, apostou.

No Congresso, as votações das reformas trabalhista e da Previdência continuam a se arrastar, não só pelas obstruções promovidas pela oposição, mas também pelo “corpo mole” de parte da base governista.


Ex;Prefeito Betão diz está vivo e de olhos abertos para com os assuntos administrativo no município de Irajuba

Segunda, 29 de Maio por Juliana Ribeiro /Foto BCbule

” Na vida todos nós temos um destino e uma missão a ser cumprida, pois Deus, está no controle de todas as decisões a serem tomadas a respeito do processo político de sua terra natal” em pro do Povo Carente!

O ex-prefeito de Irajuba, Humberto Solon Sarmento Franco, popular (Betão PMDB), Em entrevista a redação do blogcafenobule,no domingo dia 28/05 ao lado de amigos e lideranças politicas locais   ele “BETÃO” como e carinhosamente conhecido da população de Irajuba,  diz que o fato de ter perdido as eleições no pleito eleitoral em 2016, isso não significa que o mesmo esta fora do cenário politico vindouro, mesmo porquê obteve 42.96%  do votos validos no total  de (1.814-votos) haja visto que o mesmo mantém o seu legado no município  e acima de tudo ficou comprovado que e  líder nato da oposição. Com uma base solida e apoio de uma bancada com 04 Vereadores na câmara Municipal, o qual os mesmos vem realizado um excelente trabalho buscando a fiscalizar as aplicações do recursos publicas  e dentre outras  no exercício de seus respectivos mandato em pro do povo.

O Ex Gestor, diz está vivo e de olhos abertos para com os assuntos administrativo no município de Irajuba, na qual a atual administração até agora com (05 Cinco) meses de mandato não disse para que veio, visto que o  Povo humilde deixaram de ser beneficiados e foram esquecidos  ao longo desses 08 anos.

A respeito dos concursados  que foram demitidos pelo ex Gestor Antônio Sampaio(PP) em 2005,o mesmo diz que  e preciso que o atual gestor Prefeito;Jeronimo Santos(PSD), venha a cumprir a decisão da justiça onde os mesmos obteram  Mais uma vitória  no Superior Tribunal de Justiça em Brasília

Na continuidade  Betão diz que em 2018, estará  firme ao lado do povo e seus amigos  juntos com a base aliada rumo as eleições de Governo da Bahia, onde estará ao lado do Dep Estadual Euclides Fernandes (PDT) e  Dep Federal Lucio Vieira Lima (Pmdb).em busca de dias melhores para o povo de sua querida Irajuba.

Betão como e carinhosamente chamado pelo povo, já exerceu por dois mandatos, a frente do Executivo no município de Irajuba,  onde o mesmo foi eleito no primeiro mandato nas eleições de  2000, e reeleito em 2004 onde governou até 2008