DÓLAR TEM FORTE ALTA E CHEGA A ULTRAPASSAR OS R$ 4

Quinta feira 31 de Dez, por Camila Matos //Foto Divulgaçãodolar real Foto Rafael Neddermeyer Fotos Publicas

Na última sessão de 2015, o dólar ultrapassou a cotação dos R$ 4,00 e chegou a bater R$ 4,0220 (+3,55%) na máxima do dia, por volta das 14 horas. A cotação da moeda foi bastante influenciada nesta quarta-feira pela disputa técnica dos investidores em torno da formação da taxa Ptax, que ficou em R$ 3,9048 (+1,44%). Essa briga em torno da taxa, que serve de referência para os contratos futuros, acentuou a volatilidade, mesmo com dois leilões de linha realizados pelo Banco Central.Os investidores vendidos em contratos cambiais (bancos e fundos de investimento que apostam na baixa da moeda) tentaram depreciar o dólar. Mas, de outro lado, os comprados nesses contratos (que apostam na alta de preço) pressionaram a moeda, com o objetivo de maximizar ganhos ou minimizar eventuais perdas apuradas nessas posições. O viés de alta da moeda americana no exterior hoje apoiou a movimentação desses agentes.

O grande interesse em torno da Ptax justifica-se porque a taxa servirá na próxima segunda-feira como referência para a liquidação do dólar para janeiro e os ajustes dos contratos cambiais com vencimentos futuros subsequentes, além dos ajustes dos balanços corporativos relativos ao fim do exercício fiscal de 2015.

Desde o dia 21, quando o dólar à vista subiu para R$ 4,0163, a taxa de câmbio vinha acumulando quedas por quatro sessões em meio ao fluxo financeiro positivo e alguma pressão antecipada da formação da Ptax. Nesse período, o recuo contabilizado foi de 3,89%, para R$ 3,8599 na segunda-feira. Ontem, no entanto, o mercado interrompeu a trajetória e a moeda subiu 0,63%, a R$ 3,8843.

Um outro operador correlacionou o avanço da moeda americana ao recuo acentuado do petróleo, na esteira dos dados que mostraram aumento dos estoques nos Estados Unidos, na contramão da previsão de queda. (AE)



Dólar opera em alta e passa de R$ 4 pela primeira vez na história

Atualizado em 22/09/2015 10h52 por Csenna via G1.

Mercados aguardam votação de vetos em ‘pauta bomba’ no Congresso.
Nas casas de câmbio, moeda chega a R$ 4,50.

dolar

O dólar opera em alta nesta terça-feira (22) e passa a máxima histórica de R$ 4. A alta vem na esteira das preocupações do mercado com votações no Congresso e com a possibilidade de o Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, elevar os juros este ano.  Veja a cotação

A cotação desta terça é a mais alta já registrada desde a criação do real. Em 10 de outubro de 2002, o dólar chegou a ser vendido a R$ 4 durante o pregão, mas desacelerou a alta e fechou naquele dia a R$ 3,98.

A moeda norte-americana também tem forte alta contra as principais moedas emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

Nas casas de câmbio, mais de R$ 4,50
Nas casas de câmbio, a disparada do dólar já mostra seus reflexos. Na manhã desta terça-feira, a cotação chegava a R$ 4,50 no cartão pré-pago, com o IOF de 6,38% incluído, na Confidence Câmbio. Em espécie, a moeda sai por R$ 4,27. Na cotação, o dólar chegava a R$ 4,489 no cartão e a R$ 4,276 em espécie (ambos com imposto incluído). Na Vips Turismo, os valores eram de R$ 4,22 e R$ 4,45, respectivamente.

A partir das 19h desta terça-feira, o Congresso Nacional se reúne para decidir se mantém ou rejeita vetos da presidente Dilma a projetos que geram despesas e integram a chamada “pauta-bomba”. Alvo de grande preocupação do governo, eventual derrubada dos vetos vai anular quase todo o esforço de corte de gastos que o governo anunciou como parte do pacote de ajuste fiscal – R$ 26 bilhões – dificultando ainda mais o reajuste das contas públicas e alimentando apostas de que o país pode perder o selo de bom pagador por outras agências de classificação de risco além da Standard & Poor’s.


Dólar fecha em R$ 3,88 e alcança máxima desde 2002

Quinta, 17 de Setembro de 2015 – 21:40 Por Cenna via G1
Dólar fecha em R$ 3,88 e alcança máxima desde 2002

Foto: Ilustrativa
O dólar americano fechou em R$ 3,88 nesta quinta-feira (17), após bater R$ 3,90 durante o pregão. Mesmo com a queda ao longo do dia, a moeda subiu 1,25% e alcançou a maior máxima desde 2002, quando a cotação foi fechada a R$ 3,99. Até então, a maior cotação de fechamento tinha sido registrada no dia 11 de setembro, quando o dólar terminou em R$ 3,87. De acordo com informações do G1, a moeda acumula alta de 7% neste mês e já se valorizou 46% em 2015. O valor final do dólar na sessão desta quinta foi motivado pelo anúncio do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) de manter a taxa de juros próxima a zero

ACM promete ‘mobilização nacional contra a CPMF’

Quinta, 17 de Setembro de 2015 – 19;05 por Csenna Foto Agecom

ZZZNETO

Prefeito de Salvador voltou a dizer nesta quinta-feira que fará, “se necessário”, uma mobilização nacional contra a proposta do governo federal de ressuscitar a CPMF; “A população não pode pagar pelos erros do PT. O governo federal já passou de 0,20% para 0,38% o índice de cobrança do imposto, o que está sendo defendido por alguns governadores e prefeitos para que estados e municípios também possam ser beneficiados com o montante a ser arrecadado com o retorno da CPMF. O governo federal, que tanto tem anunciado que governa para os pobres, penaliza com isso justamente a população carente, obrigada a pagar pela irresponsabilidade na gestão do dinheiro público”, afirma ACM Neto Fonte Agecom. Assenssoria de Comunicação


CPMF ZUMBI :DE OLHO NA GRANA, GOVERNADORES E PREFEITOS QUEREM FATIAR CPMF

Publicado: 16 de setembro de 2015 às 23:26, por Csenna, Foto Reprodução
goverDILMA, SEUS MINISTROS E OS 27 GOVERNADORES BRASILEIROS.

Com pires nas mãos e enfrentando dificuldades até para pagar os salários dos servidores, os governadores comunicaram ao Palácio do Planalto a condição para pressionar suas bancadas a apoiar a aprovação da CPMF: o rateio dessa receita entre União, Estados e Municípios. A recriação do chamado “imposto do cheque” integra o pacote de maldades do governo, anunciado esta semana.

O governo Dilma pretendia recriar a CPMF com alíquota de 0,2% sobre operações financeiras, a pretexto de “financiar as aposentadorias”.Com o olho gordo dos governadores e prefeitos, a alíquota da nova CPMF poderia praticamente dobrar para 0,38%.

Os governadores avaliam que seus problemas de caixa seriam resolvidos com o rateio da CPMF, estimada em cerca de R$ 70 bilhões. Para ratear a CPMF, os governantes terão de “combinar com os russos”, representados pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha.


Dólar bate R$ 3,75 e fecha com maior valor desde 2002

Quarta, 02 de Setembro de 2015 – 18:40 – Foto: EBC
dolar
Pelo quarto dia seguido, o dólar fechou em alta. A cotação da moeda americana, nesta quarta-feira (2), bateu R$ 3,75 – seu maior valor desde 12 de dezembro e 2002, quando terminou o dia cotada a R$ 3,785. Assim, a moeda prossegue em alta no mês de setembro e já acumula uma valorização de 41,41% em 2015. A moeda norte-americana foi pressionada por preocupações com as contas públicas do Brasil e o constante risco do país perder o seu grau de investimento. Para os investidores, o envio do governo ao Congresso de uma proposta para o Orçamento de 2016 prevendo défict. Esse é um fato inédito no Brasil. Cotações mais altas tendem a pressionar a inflação ao encarecer produtos.

NELSON BARBOSA JÁ FALA COMO MINISTRO DA FAZENDA?

Quarta, 02 de Setembro de 2015 – 01:47, Por Csenna – Foto Reprodução :

Enquanto o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, afirmou, em entrevista ao Valor, que o reequilíbrio fiscal exige a volta do crescimento econômico, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, defendeu uma meta fiscal de 0,7% do PIB, um dia depois de o orçamento federal ter sido entregue com previsão de déficit de 0,5% do PIB; “Se não mantivermos a meta, vamos ter consequências. Olha quanto o dólar já subiu”, disse Levy, durante uma audiência na Câmara; no entanto, é cada vez maior a percepção entre analistas políticos e econômicos de que a era Levy, marcada por uma forte retração econômica, pode estar chegando ao fim


Ministro da Saúde diz que, sem CPMF, haverá ‘barbárie’ no SUS, segundo colunista

Sexta, 28 de Agosto de 2015 – 10:02  Por Csenna

CPM                                                                       Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O Ministro da Saúde, Arthur Chioro, defendeu nesta quinta-feira (27) a volta do imposto do cheque para o financiamento da saúde pública no Brasil. De acordo com o colunista Fernando Rodrigues, do UOL, Chioro afirmou que o Sistema Único de Saúde (SUS) só continuará viável com a criação de um imposto similar à antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinta em 2007. “A viabilidade do sistema único de saúde, do sistema público, universal e gratuito, passa por esse debate [da CPMF]. E fora disso, é barbárie. Porque entregar os setores mais fragilizados da sociedade simplesmente à regra de mercado, a gente sabe o que vai dar”, disse o ministro. Segundo Chioro, a partir de agora haverá diferenças entre o novo tributo, que seria exclusivo para a área da saúde, e a antiga CPMF. O ministro disse ainda que o novo imposto poderia ser descrito como “Contribuição Interfederativa para a Saúde” (CIS). “Não se trata de defender a volta da CPMF. Mas se buscar outra forma de contribuição para a saúde. Que seja especificamente para a Saúde e que, no seu nascimento, seja compartilhado entre estados e municípios”.


Nova política do Itaú pode levar a 30 mil demissões

Terça, 25 de Agosto de 2015 – 11:39  por Csenna – Foto Reprodução

ITAU

Com a estratégia de atender seus clientes de forma cada vez mais digital, banco presidido por Roberto Setubal tem planos de fechar 15% de suas atuais quatro mil agências físicas no País nos próximos três anos; em dez anos, metade do total das ‘agências tijolo’, como chama a instituição, deverá ser extinta; resultado pode levar à demissão, em uma década, de metade dos 60 mil funcionários que atualmente trabalham em agências, ou seja, 30 mil cortes; anúncio sobre o fim de agências físicas foi feito pelo diretor de Varejo do banco, Marco Bonomi, em reunião com acionistas na semana passada