Jaques Wagner pode substituir Aloizio Mercadante na Casa Civil, diz colunista

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                                                                                               Jaques Wagner (PT )
O ex-governador da Bahia e ministro da Defesa, Jaques Wagner, aparece como um nome forte na lista da presidente Dilma Rousseff para substituir Aloizio Mercadante na chefia da Casa Civil da Presidência da República. A mudança poderá ocorrer ainda este mês, segundo o colunista Cláudio Humberto, do site Diário do Poder. Pressionada pelo ex-presidente Lula e pelos fatos, porque afinal a Operação Lava Jato chegou à sua antessala, Dilma se convenceu da necessidade de se livrar do amigo que virou um estorvo. A presença de Wagner e a ausência de Mercadante na visita de Dilma aos EUA e à Rússia, são um sintoma claro da mudança em curso. Durante a viagem, Dilma teve longas conversas com Jaques Wagner, o que apenas confirmou a impressão positiva que ela tem do ministro. Dilma sabe que precisa do traquejo político de Jaques Wagner e que sua escolha agradaria a Lula e também ao próprio Congresso. Citado na Lava Jato como destinatário de dinheiro sujo, Mercadante é acusado de sabotar a articulação política do vice Michel Temer. Fonte Diário do poder.

‘Não vou pagar pela merda dos outros’, teria dito Dilma em reunião

Foto: Tiberio Barchielli / Palazzo ChigiDILMA IN FOCO

A presidente Dilma Rousseff teria se exaltado durante uma reunião com auxiliares na biblioteca do Palácio da Alvorada. De acordo com a Folha de S. Paulo, a presidente estaria indignada com as suspeitas lançadas pelo empresário baiano Ricardo Pessoa sobre doações à sua campanha. “Não sou eu quem vai pagar por isso. Quem fez que pague. Não devo nada para esse cara, sei da minha campanha. Eu não vou pagar pela merda dos outros”, teria bradado a presidente no dia 26 de junho. Pessoa doou R$ 7,5 milhões para a campanha de Dilma à reeleição e o acordo teria sido feito com o ministro de Comunicação Social, Edinho Silva. O dono da UTC também teria doado, em 2010, fundos ao ministro Aloizio Mercadante, chefe da Casa Civil, que concorreu ao governo de São Paulo. Durante a reunião com Mercadante, Edinho, o assessor especial Giles Azevedo e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a presidente teria reclamado sobre a divulgação das revelações de Pessoa, dias antes de uma visita oficial aos Estados Unidos. “Você não poderia ter pedido ao Teori [Zavascki] para aguardar quatro ou cinco dias para homologar a delação? Isso é uma agenda nacional, Cardozo, e você fodeu a minha viagem”, acrescentou Dilma.Fonte folha.


Aprovação a Dilma cai no Nordeste após corte de recursos federais

por Murilo Rodrigues Alves | Estadão ConteúdoAprovação a Dilma cai no Nordeste após corte de recursos federais

Foto: Divulgação
A queda na aprovação da presidente Dilma Rousseff no Nordeste, região que lhe garantiu as maiores votações proporcionais nas eleições presidenciais, é um dos sinais mais eloquentes da crise política que atinge o PT e sua principal representante. Na Bahia, por exemplo, reduto petista, onde a presidente obteve 70% dos votos em 2014 enquanto o candidato do PSDB, Aécio Neves, ficou com 30%, a rejeição à presidente cresce à medida que aumenta o desemprego. Sob efeitos da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, do recuo nos investimentos do governo federal e de paralisia nos programas-vitrine do governo PT, como o Minha Casa Minha Vida, o Nordeste perdeu 152 mil vagas de emprego nos primeiros cinco meses do ano, a maior taxa de demissões de todas as regiões. Na Bahia, foram fechadas 16.493 vagas a mais do que todas as contratações. Salvador é a região metropolitana com a maior taxa de desemprego, segundo o IBGE, 11,3%. A segunda maior, também está no Nordeste: Recife, com 8,5%. No País, o desemprego subiu para 6,7% em maio. Segundo pesquisa Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Região Nordeste, onde a petista tradicionalmente tinha seus melhores índices de aprovação, foi onde a popularidade da presidente mais caiu: de 18% em março para 13% em julho. No País, em média, a aprovação ficou em 9% (quando era de 12% em março) e a reprovação, em 68%. O desemprego atinge até mesmo o Polo Industrial de Camaçari. Inicialmente prevista para ser inaugurada este ano na área, a fábrica da JAC Motors, por enquanto, está só na promessa. “As pessoas colocaram o pé no freio. Percebemos mudanças de consumo de marcas premium para intermediárias e dessas para populares”, afirma João Cláudio Nunes, presidente da Associação Baiana de Supermercados (Abase) e do grupo Redemix. O segmento esperava crescer até 3% acima da inflação no início do ano; agora, a meta é fechar 2015 com 1% de expansão.

‘O problema é a crise instalada’, compara presidente de CPMI de impeachment de Collor

Fotos: ABrCOLO DILMA              Rejeição de Dima é similar a de Collor na época do impeachment

   O deputado federal Benito Gama (PTB-BA) não hesita em comparar o momento político do Brasil atual e os instantes antes do impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello, em 1992. Presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que culminou com a destituição do atual senador – pelo mesmo partido dele -, Benito aponta, no entanto, que há uma diferença básica: “No impeachment do Collor, começou o processo ainda sem ruas. E agora não, já está começando com as ruas, já favoráveis, não somente ao impeachment, mas a uma mudança profunda política no Brasil”. O petebista aponta uma movimentação contra a presidente Dilma Rousseff similar à vivenciada por Collor no passado. “O Fiat Elba era improbidade direta do presidente. A pedalada não é improbidade direta, é crime de responsabilidade fiscal”, justifica o parlamentar. Segundo ele, a tese de que as pedaladas aconteceram no mandato anterior acabou derrubada no começo de 2015. “Já repetiu janeiro e fevereiro”, sugere. Para o deputado, cujo partido faz parte da base aliada de Dilma, a vontade popular é pode impulsionar o processo. “Essa manifestação de 16 de agosto vai ser um bom balizador. No caso de Collor, começou o movimento popular no dia 7 de setembro e no dia 29 houve a votação na Câmara – 22 dias depois. As ruas estão falando mais alto do que o próprio processo interno, o que é grave”, indica.

Fotos: Reprodução/ Veja/ DivulgaçãoBENITO

Benito em 1992 e em 2015 

Apesar de aliados da presidente classificarem qualquer conversa sobre impeachment como um “golpe”, a exemplo do governador da Bahia Rui Costa (PT), Benito encara com outro viés. “O problema é que como a crise está instalada, como houve descontrole da economia, político e a falta de liderança, tudo isso está levando a uma falta de sustentabilidade da presidente por si só. O Fora Collor o PT que patrocinou. Depois teve o Fora FHC quando Lula perdeu a eleição. Sempre tinha um fora. Quando eles assumiram é que tiraram o fora do dicionário deles [do PT]. É um mecanismo político que é superado: ninguém daria um golpe no Brasil. Ninguém vai fazer uma ruptura institucional”, compara. Benito, todavia, pondera que na Câmara Federal o resultado de um processo de impeachment ainda não está claro. “Ela precisa de 171 votos. O PT ela tem todo, o PCdoB talvez tenha todo, mas penso que nos outros partidos ela terá muito trabalho para completar. Agora se as ruas falarem alto, eu vejo que vamos ter uma crise forte no Brasil. Será um impeachment? Eu não sei”, 


STF nega liminar que suspende votação da Maioridade Penal

Agência Brasil

PEC da Maioridade Penal foi aprovada em primeiro turno na madrugada do última dia 2

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello negou a liminar para suspender a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171/93, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos, na Câmara dos Deputados. A partir de agora, a decisão depende do plenário da Corte, que pode se reunir apenas depois do recesso do Judiciário, que termina no dia 1º de agosto.O pedido foi feito por um grupo de mais de 100 deputados de 14 partidos – PMDB, PSB, PDT, PT, PC do B, PPS, PROS, PSOL, PSDB, PV, DEM, PR, PSC e PTC – que questionam a condução de votações polêmicas pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ),e o resultado dessa votação.Há mais de uma semana, o plenário da Câmara rejeitou uma proposta de redução da idade mínima penal e, após acordo com líderes, no dia seguinte, outro texto semelhante foi colocado em votação com algumas alterações. Cunha defendeu que, com a rejeição do texto que foi apresentado como substitutivo, uma emenda aglutinativa – que funde textos de outras emendas ou do teor do texto de proposição principal – poderia ser apreciada.

Ontem (10), o presidente da Câmara reforçou sua posição em uma manifestação enviada ao STF destacando que os parlamentares tentam “minar” o andamento legislativo. Segundo Cunha, não houve ilegalidade na votação. Cunha ainda rebateu os argumentos do grupo de deputados afirmando, na defesa que o Artigo 60 da Constituição Federal – que proíbe que uma matéria seja votada mais de uma vez na mesma legislatura – não pode ser aplicado ao caso de emendas aglutinativas. A justificativa do peemedebista é que o projeto só deve ser arquivado se o texto original for rejeitado.

A PEC da Maioridade Penal ainda precisa passar por um segundo turno de votações na Câmara para então ser analisada pelo Senado, também em dois turnos. Maioridade penal é a idade mínima para que uma pessoa pode ser julgada criminalmente por seus atos como um adulto.


Aécio 59% venceria Lula 41%, se o segundo turno das eleições fosse hoje, diz pesquisa Ibope.

Foto: José Cruz/Agência BrasilAECIO X LULA                   Senador Aécio Neves (PSDB-MG) Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Uma pesquisa do Ibope divulgada neste sábado (11) demonstra que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) venceria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um segundo turno caso as eleições presidenciais fossem realizadas hoje. Aécio teria 48% dos votos, enquanto que Lula teria apenas 33%. Se levados em consideração os votos válidos, sem computar os brancos e nulos, o tucano teria 59% e o petista pontuaria 41%. Caso o candidato do PSDB fosse o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, a pesquisa mostra um empate técnico no segundo turno: o tucano teria 40% e o petista atingiria 39%. O Estadão, jornal que encomendou a pesquisa, não divulgou os resultados de uma disputa no primeiro turno. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos, para cima ou para baixo. O Ibope ouviu ao todo 2.002 eleitores em diferentes cidades do país.


Gilmar Mendes pediu à Polícia Federal apuração em contas de campanha de Dilma

Foto: Gervásio Baptista/ SCO/ STF

gilmara mendes                                                                      Ministro Gilmar Mendes (STE)

O ministro do Superior Tribunal Eleitoral Gilmar Mendes enviou ofício à Polícia Federal no dia 29 de junho pedindo apuração de irregularidades nas contas da campanha de Dilma Rousseff à reeleição, revela a edição deste fim de semana da revista IstoÉ. No documento, ao qual a revista teve acesso, o ministro chamou atenção para a Focal Comunicação Visual e a VTPB, que receberam juntas R$ 47 milhões da campanha de reeleição da presidente. A Focal já esteve envolvida no caso do mensalão. Mendes anexou ao ofício relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontando indícios de lavagem de dinheiro na movimentação da VTPB. De acordo com a revista, as duas empresas teriam recebido dinheiro desviado da Petrobras para a empreiteira UTC. No dia 27 de agosto do ano passado, a UTC doou R$ 2,5 milhões à campanha da petista, que teriam sido usados pelo então tesoureiro e hoje ministro Edinho Silva para pagar a VTPB (R$ 1,7 milhão) e a Focal Comunicação (R$ 672 mil). Segundo a revista, o documento enviado por Gilmar Mendes à PF também menciona indícios de emissão de notas frias e ocultação de despesas pelas duas empresas contratadas pela campanha da petista em 2014. As empresas, suspeitas de servir de fachada, garantem que prestaram os serviços pelos quais foram contratadas. A campanha de Dilma afirma que as doações foram legais e nega ter recebido dinheiro ilícito.


Sarney quer travar tese de impeachment contra Dilma entre políticos do PMDB

Sarney quer travar tese de impeachment contra Dilma entre políticos do PMDB

Foto: Reprodução/ Veja
O ex-presidente José Sarney (PMDB) quer travar a tese de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). De acordo com a coluna Expresso, Sarney tem conversado com correligionários para acalmar os ânimos do partido quanto à saída de Dilma do poder, já que uma ala do partido se aproxima da oposição e discursa a favor do impeachment. A coluna disse ainda que, ao saberem do tom conciliador, líderes petistas já se movimentam para se reunir com Sarney.

As provas de Ricardo Pessoa aumentam o desespero de Dilma Rousseff: a cassação vem aí

Veja DILMA

Foto Reprodução Veja

Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral rejeitaram por unanimidade nesta semana o recurso do PT para impedir o depoimento de Ricardo Pessoa no âmbito da ação movida pelo PSDB, que pede a cassação do mandato de Dilma por abuso de poder político e econômico durante a campanha eleitoral de 2014. O dono da UTC vai depor no dia 14 de julho; e a derrota deixou o PT em alerta, como informou a Folha nesta sexta-feira. Dos sete ministros do TSE, três tendem hoje a votar contra o governo (Gilmar Mendes, Dias Toffoli e João Otávio de Noronha) e três a favor (Luciana Lóssio, Henrique Neves e Maria Thereza Assis Moura).O placar pró-Dilma no tribunal estaria por um voto: o do ministro Luiz Fux, que, no mensalão, surpreendeu e condenou todos os réus. Fonte Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil

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Muito procurado, o empreiteiro doava dinheiro às campanhas de políticos ou pagava por serviços, mesmo quando eles não tinham influência direta na Petrobras.A intenção era “fazer com que a engrenagem andasse perfeitamente, tirando, portanto, todas as pedras que pudessem aparecer no caminho; abertura de portas no Congresso, na Câmara e em todos os órgãos públicos”.Uma tabela mostra, com nomes e valores, 14 partidos que receberam dinheiro de Pessoa – e não separa o que é caixa dois de doação oficial.Para piorar a situação de Dilma, o doleiro Alberto Youssef revelou ao TSE que o PT quis trazer R$ 20 milhões para a sua eleição, como mostrei aqui.


“Eletrolão” vem aí complicar ainda mais a vida de Dilma Rousseff

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Investigação do propinoduto implantado na Eletrobras já começou e vai esquentar a partir da semana que vem. Os atores são os mesmos: governo petista, empreiteiras da Lava Jato e uma estatal sendo sangrada para financiar o projeto de poder do PT. Saiba os bastidores com Joice Hasselmann. Fonte Por VEJA.com veja video no link abaixo

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http://veja.abril.com.br/multimidia/video/eletrolao-vem-ai-e-complicar-ainda-mais-a-vida-de-dilma-rousseff