Governo bloqueia Bolsa Família de 17.000 funcionários públicos

Imagem arquivo Mds/DF

Resultado de imagem para mds bolsa familiaO Ministério Desenvolvimento Social bloqueou o pagamento do Bolsa Família a mais de 17.000 servidores públicos responsáveis pela gestão do programa. A suspeita é de que 16.915 funcionários e 183 gestores estejam recebendo o dinheiro de forma irregular. O governo federal determinou aos municípios que investiguem os casos.

Foto Reprodução MdsResultado de imagem para mds bolsa familia

Funcionários públicos podem ser beneficiários do programa, desde que se encaixem nos requisitos: a família precisa ter renda mensal inferior a 154 reais por pessoa. Em nota, o MDS informou que os pagamentos foram bloqueados na folha de junho por “precaução”, depois que os processos de controle identificaram a presença dos funcionários públicos entre os beneficiários. Atualmente, 13,7 milhões de famílias no país recebem Bolsa Família.Fonte Mds

http://www.mds.gov.br/saladeimprensa/noticias/2015/julho/municipios-averiguam-regularidade-de-beneficios


Não vou afundar com o Titanic, dispara Walter Pinheiro

Foto Reprodução

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O Jornal do Meio-dia desta sexta-feira (10), na Rádio Metrópole, contou com a presença do senador Walter Pinheiro (PT) — e, no caso, PT só por mais pouco tempo. Mário Kertész, que o entrevistou durante o programa, aposta na saída de Pinheiro do partido. Durante a entrevista, o senador primeiro ironizou as insinuações de que estaria deixando a sigla. “Eu tenho brincado com as pessoas. Eu não tava batendo em ninguém, tava fazendo crítica ao governo e mostrando as propostas. Eu estava fazendo a mesma crítica que Lula estava fazendo ao governo. Se ele tá saindo, estou saindo também. Fiz a mesma crítica de falta de projeto. No último congresso do PT, estava fora discutindo um projeto importante para a Bahia. No congresso, faltou tema para discutir, tanto que a minha ausência foi importante. Meu foco hoje é o debate de quando a gente encontra saídas para o Brasil, não de saída do partido”, afirmou.Apesar da negativa, quando questionado por um ouvinte se “iria esperar o Titanic afundar”, em alusão à situação do partido, o senador disparou: “Não vou ficar esperando o violino tocar ali em cima para afundar com o Titanic”, disse.


‘Não precisa segurar a presidente, ela não cai’, diz Temer

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O vice-presidente Michel Temer defendeu na quinta-feira, 9, a presidente Dilma Rousseff durante viagem a Dourados, em Mato Grosso do Sul. “A presidente vai continuar até o final com muita tranquilidade. Ela tem uma capacidade extraordinária de trabalho conhece o Brasil como poucos e tem se dedicado ao governo”, disse. “Não precisa segurar a presidente Dilma, ela não cai.”Segundo Temer, o PMDB é um partido aliado. “Tanto que sou vice-presidente. O PMDB está colaborando com a presidente Dilma e o País. O compromisso do PMDB é com o País”, afirmou o vice, que teve sua visita a uma brigada do Exército acompanhada por um batalhão de jornalistas.Diante das câmeras, Temer soltou frases de efeito para destacar a imagem de aliado leal da presidente e do colega de partido e presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). A uma pergunta se a legenda abandonará o barco, numa referência a eventual rompimento com o governo, respondeu rápido e rindo: “Não há barco, né? Nós estamos na mesma canoa”. Temer é visto como um político que aproveita os holofotes de uma turbulência, com descontração e vaidade. Fonte Estadão Conteúdo.


Marcos Valério é condenado a mais quatro anos de prisão por omitir informações à Receita

Foto: Pedro Triginelli / G1Marcos Valério é condenado a mais quatro anos de prisão por omitir informações à Receita

O empresário Marcos Valério foi condenado mais uma vez pela Justiça por ter omitido informações à Receita Federal sobre valores obtidos entre 2003 e 2004. Segundo o G1, com a condenação, ele terá sua pena aumentada em quatro anos e oito meses. Apontado como operador do esquema do mensalão, Valério está preso desde 2013, depois de ser condenado a 37 anos por corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Agora, segundo decisão judicial, ele não conseguiu comprovar a origem de valores que transitaram nas contas particulares dele e de sua mulher. O advogado do empresário, Marcelo Leonardo, informou que vai recorrer da decisão alegando que, à época, houve retificação das informações prestadas à Receita.

Câmara Federal aprova projeto que limita gastos de campanhas eleitorais

Plenário inicia Ordem do Dia para prosseguir com a votação da reforma política (Wilson Dias/Agência Brasil)

No caso das eleições para senador, deputados estaduais, distrital e vereador, o limite será 70% do maior gasto declarado para o cargo, na circunscrição eleitoral | FOTO: Reprodução | A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (9) o texto-base do Projeto de Lei (PL) 2.295/15, que regulamenta pontos infraconstitucionais da reforma política. A votação dos destaques ficou para a próxima. leia mais


Eduardo Cunha diz que PMDB está cada dia mais distante do PT

Foto Amanda Sampaio/G1MT

cunha

“O PMDB, a cada dia que passa, está mais distante do PT e nós esperamos que fique a cada hora mais distante, e, de preferência, não volte mais a estar junto com o PT”, afirmou o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), nesta quinta-feira (9), durante o lançamento do 10º Circuito Aprosoja, em Cuiabá (MT). Segundo ele, essa é a posição defendida pela maioria dos integrantes do PMDB . Ele afirmou que os pontos defendidos pelos dois partidos não são mais os mesmos. “Apenas temos a responsabilidade da governabilidade de um governo que o PMDB faz parte na chapa, mas isso não quer dizer que temos que mergulhar nas teses equivocadas do PT”, disse.

Cunha afirmou ainda que o governo foi “arrastado” pela impopularidade do PT e que o Partido dos Trabalhadores é mais impopular que o próprio governo. Sobre as votações de temas polêmicos na Câmara, mas que nem sempre alcançam os resultados esperados por ele, Cunha afirmou não acreditar em boicote e sim na possibilidade de colocar em debates temas relevantes para a sociedade. “Todos os temas polêmicos andaram. Não vejo boicote nenhum. Acho que quem está sendo boicotado são aqueles adeptos do atraso, aqueles que não querem debater os temas que a sociedade quer”, comentou. Entre os próximos temas que serão debatidos está o pacto federativo. Cunha informa que será colocada em votação uma emenda constitucional que proíbe a transferência de encargos sem dar os recursos suficientes para honrá-los. “Efetivamente, o Poder Legislativo tem que funcionar. Porque os poderes são independentes e harmônicos, e temos que fazer a nossa parte, que é legislar para corrigir distorções e facilitar o país”, disse.


Kataguiri confirma mobilização nacional em 16 de agosto por ser ‘melhor momento político’

por Estela Marques

Kataguiri confirma mobilização nacional em 16 de agosto por ser 'melhor momento político'

Foto: Reprodução/ Ascom
O líder do Movimento Brasil Livre (MBL), Kim Kataguiri, confirmou, nesta quinta-feira (9) ao Bahia Notícias, uma mobilização no dia 16 de agosto, em todos os estados do país. O ato, organizado com os grupos Vem pra Rua e Revoltados Online, deve reforçar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) – em pauta nas manifestações de março eabril -, desta vez com o argumento das pedaladas fiscais em julgamento no Tribunal de Contas da União (TCU). Por causa da tramitação, os manifestantes devem fazer uma vigília em frente aos TCUs de cada capital, no dia 26 deste mês, para pedir que os ministros se posicionem de forma justa. Apesar do ato, Kataguiri acredita que a manifestação de agosto vem “no melhor momento político” para pressionar o Congresso Federal e o Palácio do Planalto quanto à saída do PT da Presidência da República. “Muitos setores de oposição falavam que impeachment era golpismo, revanchismo. Hoje praticamente todos os setores enxergam base jurídica para impeachment da presidente Dilma”, disse Kataguiri, que dá por certa a queda da petista, por renúncia ou por impeachment. Na Bahia, a manifestação está confirmada em Salvador, Camaçari e Feira de Santana, de acordo com o líder regional do MBL, Ricardo Almeida. A Ordem dos Médicos da Bahia, o grupo Vem pra Rua e o Nas Ruas organizam o ato. Almeida adiantou que, o local e o horário devem ser os mesmos dos atos anteriores – no caso da capital baiana, no Farol da Barra, pela manhã.

PT, PSB, PDT e PCdoB organizam ato na Câmara contra impeachment de Dilma

Foto: Roberto Stuckert Filho/ PRipitma

Líderes do PT, do PSB, do PDT e do PCdoB se reuniram nesta quinta-feira (9) para organizar um ato contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). O evento ficou marcado para a próxima terça-feira (14), na Câmara dos Deputados, de acordo com a coluna Expresso. “Vai ser corrido para chamar parlamentares e juristas, mas é preciso agir com rapidez contra a escalada golpista, que pode ter consequências imprevisíveis para o Estado Democrático de Direito”, disse a líder do PCdoB, deputada Jandira Feghali (RJ). O ato também fará a defesa da Petrobras. No último domingo (6), durante convenção nacional do PSDB, o presidente do partido, senador Aécio Neves (MG), insinuou que o mandato de Dilma será interrompido. “Esse grupo político que está aí caminha a passos largos para a interrupção do seu mandato”, declarou.


‘Por muito menos, Collor sofreu impeachment’, diz historiador sobre situação de Dilma

‘Por muito menos, Collor sofreu impeachment’, diz historiador sobre situação de Dilma

Boris Fausto | Foto: Reprodução / Youtube
O historiador Boris Fausto, um dos principais do Brasil, afirmou em entrevista à BBC Brasil que há mais razões técnicas hoje para o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) do que havia no caso de Fernando Collor, sobretudo por “problemas no Orçamento [as chamadas ‘pedaladas fiscais’] e no financiamento da sua campanha”.” A comparação com o Collor é interessante porque, por muito menos, o Collor sofreu impeachment”, afirmou. Além disso, Fausto relacionou a situação com as acusações de corrupção que contribuíram para a queda de Getúlio Vargas, com seu suicídio em 1954, eram “um laguinho” diante das denúncias envolvendo a Petrobras. Já sobre o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o historiador foi esquivo. “Eu não o conheço suficientemente, prefiro não opinar. Vou dizer só uma coisa: o Eduardo Cunha conhece o regimento da Câmara muito bem. Ele sabe usar, e aí, veja você, mais um dado para que a gente fique com uma pulga atrás da orelha sobre o parlamentarismo”, finalizou.

Senado aprova MP do salário mínimo e estende reajustes a aposentados

Senado aprova MP do mínimo e amplia regras a aposentados - Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
O Senado aprovou nesta quarta-feira (8) Medida Provisória 672/2015, que mantém as atuais regras de reajuste do salário mínimo para o período de 2016 a 2019. O reajuste é calculado pela soma da variação da inflação (INPC) e do Produto Interno Bruto (PIB). Durante a tramitação, senadores, com o apoio do governo, tentaram aprovar uma emenda que faria com que o texto voltasse à Câmara, mas a mudança foi rejeitada. Agora, a matéria segue para sanção presidencial. De acordo com a Agência Senado, a novidade no texto aprovado no Congresso em relação ao texto original feito pelo Executivo é a extensão dos reajustes aos benefícios de valor superior a um salário mínimo pagos pela Previdência Social (aposentadorias e pensões). Essa mudança foi feita na Câmara, depois de a comissão mista que analisou o texto ter rejeitado várias emendas com esse objetivo. O governo é contra esse reajuste. Um dos maiores defensores da mudança feita na Câmara, o senador Paulo Paim (PT-RS) questionou se era justo deixar de ter uma política para reajustar os benefícios de quem ganha acima de um salário mínimo. Muitos aposentados de hoje, segundo o senador, contribuíram sobre um valor bem maior e veem, a cada ano, seus benefícios diminuírem. “Se não houver uma política salarial que garanta que o benefício do aposentado cresça, no mínimo, o correspondente ao salário mínimo, com certeza absoluta, ligeirinho, ligeirinho, todos os aposentados do Regime Geral ganharão somente um salário mínimo, não importando se pagaram sobre dez, sobre cinco, sobre oito ou sobre três”, disse Paim. Durante a tramitação no Senado, não se discutiu essa mudança, a mais polêmica do texto. O parecer do relator, senador José Pimentel (PT-CE) foi pela aprovação de outra emenda apresentada por Cristovam Buarque (PDT-DF) para adotar como índice para a correção do mínimo o IPC-C1, IPC relativo às famílias com renda mensal entre 1 e 2,5 salários mínimos. Segundo Cristovam, o índice é mais apropriado do que o INPC para corrigir valores associadas às famílias de renda mais baixa, que gastam parcelas maiores dos seus gastos com alimentação, por exemplo. O salário mínimo atual é de R$ 788. O reajuste anual será baseado na variação do INPC acumulado no ano anterior, acrescido da taxa de crescimento real do PIB apurada dois anos antes. Dessa forma, para 2016, 2017, 2018 e 2019, serão acrescidos ao INPC do ano anterior as taxas de crescimento real do PIB de 2014, 2015, 2016 e 2017, respectivamente. Os índices de aumento serão publicados por decreto do Executivo anualmente.